Passei a virada de 1992 para 1993 na casa de uma prima de segundo grau que mora na Ilha do Governador - um bairro do Rio de Janeiro - junto com meus familiares. Festa regada a muita comida e bebida.
Vários amigos e vizinho dessa prima foram convidados.
Meu pai ficou responsável por comandar a churrasqueira e eu, seu fiel ajudante, cortava e servia a carne.
Lá pela 21h uma morena bronzeada, cabelos negros lisos, presos num rabo-de-cavalo, adentrou0 à festa. Ela vestia um top que ressaltava seus seios tipo pêra de tamanho pequeno e deixava sua barriga lisinha à mostra. A pequena bermudinha salientava suas nádegas redondas e o par de coxas grossas.
A maioria dos homens notou sua chegada, o que causou certo desconforto em algumas tias e primas casadas.
A morena ignorou a presença dos homens, indo diretamente à anfitriã da festa e beijou-a no rosto.
Pouco depois me aproximei com a bandeia de carne e minha prima a apresentou a mim. Soraya sorriu pra mim e estendeu a mão. Cumprimentei-a com educação, num aperto de mão suave. Ela aproximou o rosto para ser beijado. Beijei os dois lados da face, como é costume no Rio de Janeiro.
Meu trabalho junto a meu pai continuou até as 22h, aproximadamente. As pessoas já haviam se fartado e o ritmo da churrasqueira não mais demandava meu auxílio. Então abandonei meu posto de ajudante de churrasqueiro e juntei-me a meu irmão, um primo, Soraya e outra morena até então desconhecida, que conversavam animadamente.
Fui apresentado a Dalva, prima de Soraya. Dalva tinha por volta de seus 19 anos. Também morena, de cabelos cacheados e olhos negros. Notei que meu irmão demonstrava especial interesse por ela.
Conversamos sobre vários assuntos, até que alguém lembrou que faltavam pouco mais de um minuto para a virada do ano. Nesse momento todos começaram a se abraçar e confraternizar. Abracei Soraya e sussurrei votos de felicidade, saúde e de feliz ano novo para ela. Por sua vez ela me abraçou apertado, beijou meu rosto bem junto a meu lábio e sussurrou: "pra você também, gostoso". Percebi que antes da noite acabar, iria provar aquela mulher.
Depois que todos confraternizaram, alguém estourou um champanhe e brindamos o início do novo ano.
Por volta de 0h30min eu disse que iria dar uma volta na praia da Bica e sem que ninguém notasse, convidei Soraya a me acompanhar. Ela concordou. Pedi que ela me aguardasse no portão enquanto eu comunicava a meu pai que iria sair para que ele e minha mãe não ficassem preocupados comigo.
Quando sai da casa, encontrei Soraya, meu irmão e Dalva junto a meu carro.
- Convidei eles. Tudo bem? - disse Soraya.
- Sem problemas. - respondi. Entretanto aquilo me desanimou um pouco.
Quando chegamos à praia, estacionei o carro próximo a um trailer. Saímos do carro e sentamos na mureta do quebra-mar.
Dalva puxou meu irmão pela mão e o chamou para dar um passeio na areia.
Depois que os dois se afastaram, Soraya explicou que precisou chamar Dalva para que ninguém ficasse especulando os motivos dela ter saído sozinha comigo. Sem dar resposta, puxei-a para junto de mim e beijei-a na boca. Ela se entregou ao beijo.
Sem desgrudar de meus lábios ela foi se acomodando até ficar totalmente sentada em meu colo. Minha mão acariciou suas coxas e barriga. Soraya sugava minha língua e gemia em minha boca ao toque de minha mão em sua pele.
Quando finalmente nossos lábios se separaram para podermos respirar, disse-lhe baixinho em seu ouvido: "quero você".
- Quero sentir seu gosto. - ela respondeu em meu ouvido.
Soraya levantou e estendeu a mão pra mim. Peguei em sua mão e levantei.
- Já volto. - ela disse.
Observei-a ir até meu irmão e Dalva que se beijavam, em pé na areia. Dalva estava pendurada no pescoço do meu irmão que apertava sua bunda.
Vi quando ela os interrompeu e falou alguma coisa. Em seguida voltou.
- Agora podemos ir. - comentou.
Entramos no carro e dirigi até uma praça deserta, dado o dia e a hora. Estacionei o carro. Soraya imediatamente pôs a mão dentro da minha bermuda e segurou meu pau, que não levou nem um segundo para endurecer.
- Hum! Parece que ele quer tanto quanto eu. - comentou a safada.
Soraya puxou meu pau pra fora e inclinou-se para abocanhá-lo. A cachorra começou a chupar meu pau como se estivesse faminta. Observei para ver se ninguém nos notava. Uma patrulha da polícia passou ao lado da praça sem se nos dar atenção.
A piranha continuava chupando sem se preocupar com o mundo a nossa volta. Eu segurava seus cabelos com a mão esquerda enquanto a direita acariciava suas costas.
Tentei enfiar minha mão dentro da bermudinha dela, mas estava tão apertada que não entrava. Sem tirar meu pau da boca, Soraya desabotoou a bermuda e baixou o zíper. Enfiei minha mão e apertei sua bunda. Ela se ajeitou para dar mais liberdade a minha mão. Passei a mão para dentro da minúscula calcinha e em instantes meu dedo médio acariciava sei ânus. Ela gemia com meu pau na boca.
Tentei ir mais fundo e tocar-lhe o clitóris e a xoxotinha, mas não tinha um ângulo favorável e a bermuda apertada atrapalhava. Percebendo minha dificuldade, Soraya parou de me chupar, ergueu o corpo e puxou a bermuda até os pés, ficando se de calcinha e top.
Foi minha vez de inclinar-me no banco. Puxei seu top para cima, libertando os pequenos seios de mamilos protuberantes e duros. Abocanhei seu seio esquerdo e mordisquei seu bico. A vadia gemeu e agarrou meus cabelos com a mão direita, enquanto sua outra mão agarrou meu pau com força. Enfiei minha mão esquerda dentro de sua calcinha e senti seu grelo duro e seus lábios vaginais molhados. Enfiei dois dedos em sua xoxota. Ela arreganhou as pernas e apertou ainda mais meu pau.
Chupei seu seio enquanto massageava sei clitóris. Soraya me masturbava freneticamente. De tempos em tempos eu parava de esfregar seu grelo e enterrava dois ou três dedos em sua buceta. Cada vez que eu fazia isso ela gemia mais alto e pedia para eu a foder com os dedos. Numa dessas vezes ela gozou. Fechou as pernas com força, parou de me masturbar, mas apertou meu pau, quase que o estrangulando, gemeu alto e senti sua xoxota pulsar como se mastigasse meus dedos.
Sua respiração, antes ofegante, foi acalmando. Suas pernas relaxaram e libertaram minha mão. Retirei meus dedos melados de dentro da buceta de Soraya. A sensação do dever cumprido me alegrou. Levar uma mulher ao orgasmo me excita muito.
- Molhei seu banco. - disse ela sorrindo. Respondi que não tinha importância. Então Soraya olhou pro meu pau, que continuava duro e, sem dizer nada, tornou a inclinar-se e o abocanhou.
A safada chupava e masturbava ao mesmo tempo. Sua cabeça subia e descia. Em pouco tempo eu gozei e enchi sua boquinha de esperma. Ela parou de chupar, mas manteve a cabeça em sua boca enquanto meu pau latejava expulsando o líquido branco e viscoso. Só quando meu pau começou a amolecer que Soraya o tirou da boca.
Quando ela se ergueu, percebi que havia engolido todo meu leite.
Ainda em silêncio ela se ajeitou e vestiu a bermuda. A acompanhei e guardei meu pau. Então ela sorriu pra mim e perguntou as horas. Não lembro que horas eram, mas notamos que nossa fuga demorara mais do que havíamos programado. Então voltamos para a praia para pegar meu irmão e Dalva.
Voltamos para a casa da minha prima. O silêncio reinava. Notei que o carro do meu pai já não estava mais lá, sinalizando que ele e minha mãe já haviam partido. Soraya me deu um beijo e disse que precisava ir pra casa. Dalva e meu irmão se beijavam ao nosso lado. Soraya me perguntou se eu voltaria para almoçar. Confirmei, afinal de contas eu sou o fiel ajudante do churrasqueiro oficial da família.
Eram 13h do primeiro dia de 1993 quando Soraya entrou radiante, vestindo uma saia curta preta e camiseta branca. Não sou bom para descrever o vestuário feminino, mas ela estava muito sexy e provocante, ainda mais por estar sem sutiã, pois seus mamilos marcavam a camiseta. Não dava pra ver marca de calcinha e, mais tarde descobri que não usava.
Com os cabelos presos num rabo de cavalo e estampando um brilhante sorriso, Soraya me caçou com os olhos assim que entrou. Percebi que ela viria direto até mim, mas foi interditada por alguns primos próximos ao portão. Educadamente ela parou, trocou beijos nos rostos e parou para responder algo que eles perguntaram.
Uma prima tinha vindo à churrasqueira para pegar carne, comentou em tom irritado:
- Olha só como a piranha se vestiu.
- Não precisa se preocupar com ela. Já, já eu a tiro daqui.
Minha prima olhou espantada pra mim.
- Tá pegando? - perguntou, arregalando os olhos.
Apenas sorri.
- Ah! Vou fazer questão de acabar com a alegria do cachorro do meu marido. - comentou.
Notei a decepção nos olhos de alguns homens quando Soraya me abraçou e beijou nos lábios.
- Boa tarde, gostoso - sussurrou em meu ouvido.
Ela se afastou para cumprimentar as outras pessoas. Levei um tapa no ombro, de meu pai, que exibia um sorriso de satisfação. Dentre tantos garanhões com os níveis de testosterona na estratosfera, a fêmea cobiçada da festa havia escolhido o seu filho. Quando ele ameaçou falar algo, o cutuquei e apontei para o portão para que visse meu irmão e Dalva num beijo de asfixiar. Ele me deu uma cotovelada nas costelas e virou-se de novo para a churrasqueira com um sorriso debochado.
Pouco depois ele me expulsou da churrasqueira, dizendo que eu tinha coisas mais interessantes a fazer que ficar ali ajudando.
Soraya estava sentada ao lado de minha mãe e algumas primas. Sentei a seu lado. Ela pousou sua mão em minha perna e se encostou-se a mim. Ficamos conversando por algum tempo.
Alguns minutos depois fui até o portão olhar sei lá o que na rua - pura desculpa pra me afastar daquele papo do novela e vida de artistas. Soraya me abraçou por trás.
- Seu irmão e Dalva sumiram. Devem estar escondidos em algum buraco - comentou.
Virei de frente pra ela e sugeri:
- Que tal a gente se esconder em algum canto também?
Ela riu, pegou em minha mão e, sem dizer nada, me puxou para dentro da casa. Quando chegamos ao pé da escada do terraço, ela parou e olhou para os lados, verificando se alguém nos via. Em seguida subiu rapidamente, me puxando pela mão.
O terraço estava deserto. Paramos num canto oposto à escada, estratégico. Dava pra ver se alguém subisse, sem sermos vistos. Encostei-me à mureta. Soraya se abaixou na minha frente, puxou a frente do meu short para baixo e meu pau para fora. Imediatamente começou a me chupar. Se alguém subisse, dava tempo de interrompê-la, guardar o pau duro dentro do short e ela se erguer sem que vissem. E precisamos fazer isso quando uma tia subiu. Soraya me abraçou e com ela colada em mim meu pau duro e latejando dentro do short, com a cabeça saindo por cima do elástico, ficou escondido.
Minha tia parou ao nosso lado, comentou alguma coisa sobre a vista do terraço e desceu. Soraya riu da situação e disse que precisávamos ir pra um lugar mais tranquilo onde eu pudesse dar de mamar pra ela.
Beijei sua boca e apertei sua bunda. Ela se entregou e gemeu com minha língua na boca. Enfiei a mão embaixo da saia e foi nessa hora que vi que ela não usava calcinha.
- Tá sem calcinha, safada?
- Vim preparada pra você.
Encostei a ponta do dedo médio no seu ânus. Ela arregalou os olhos e ficou me encarando. Enfiei a ponta do dedo e ela encheu o peito de ar. Meu dedo entrou até a metade. Ela mordeu o lábio inferior.
- Quero comer esse rabo gostoso.
- Quer?
- Quero.
- Vai comer gostoso?
- Vou.
- Se você prometer ser carinhoso e fazer gostoso, eu dou.
Soraya se abaixou novamente e abocanhou meu pau. Chupou alguns segundos e deu um beijo na cabeça. Então tentou guardar meu pau e não conseguiu.
- Guarda ele. Vou no (sic) banheiro pra depois a gente fugir daqui. Me espera no portão. - Deu suas ordens e desceu. Me ajeitei como pude e desci.
Encontrei meu irmão no portão. Falei pra ele que estava saindo e pedi pra avisar nossos pais. Ele perguntou se eu tinha preservativo. Dei a ele um pacote que eu levava na carteira. Ele saiu em direção a casa onde Dalva morava.
Entrei no carro e esperei uns cinco minutos. Soraya entrou no carro e dirigi pro motel mais próximo.
Soraya entrou na suíte enquanto eu baixava a porta da garagem. Quando cheguei dentro do quarto, ela já estava completamente nua e se dirigindo ao banheiro. Enquanto eu tirava minha roupa, ela entrou no chuveiro. Me juntei a ela. Abracei-a. Ela buscou meus lábios. Nos beijamos embaixo da ducha. Apertei sua bunda. Ela se afastou um pouco e ajoelhou dentro do box. Sua boca envolveu meu pênis, que latejava.
Depois de me chupar por um tempo, ela levantou-se e virou de costas para mim, encostando sua bunda em meu pau. A cachorra apoiou as mãos na parede e inclinou o corpo pra frente. Apertei seus peitinhos e puxei-a para mim. Mordi seu pescoço. Ela gemeu. Desci minha mão direita por sua barriga até tocar seu sexo, de pelos bem aparados e depilada num pequeno triângulo.
- Deixei ela bonitinha pra você, amor - disse como se adivinhasse o que eu pensava.
Soraya pegou o sabonete e começou a se ensaboar. Depois ela virou de frente pra mim e fez o mesmo em meu peito, barriga e sexo.
Saímos do chuveiro com mais tesão que havíamos entrado. Ela me puxou pela mão, molhado mesmo, até a cama. Notei que ela queria ter o controle da coisa.
Ela me empurrou na cama, me fazendo deitar de costas (de barriga pra cima). Depois debruçou-se sobre mim e voltou a me chupar. Apertei sua bunda enquanto ela realizava um delicioso boquete. Dedilhei seu cuzinho. Soraya foi girando o corpo até ficar sobre mim, em posição invertida. Fizemos um delicioso 69, até ela gozar em minha boca.
Soraya saiu de mim e quis sentar em meu pau, mas eu a impedi e pedi que esperasse um instante enquanto pegava uma camisinha.
Vesti o preservativo e me posicionei sobre ela, entre suas pernas. Soraya guiou meu pau para dentro dela. Meu pau deslizou suave para dentro de sua vagina quente e molhada. Comecei o vai e vem, sem pressa. As vezes estocava com força. Em outras, fazia movimentos lentos.
Não demorou muito para Soraya agarrar minha bunda e me puxar para dentro dela com toda sua força. Senti sua vagina apertar meu pau e começar a pulsar. Ela gozou de olhos fechados, mordendo o lábio inferior e gemendo baixinho. Não resisti e gozei.
Deitei sobre ela e a beijei. Ela abriu os olhos e sorriu. Me chamou de gostoso e abraçou apertado. Eu fazia movimentos curtos e lentos. Ela me perguntou se eu havia gozado. Com minha resposta afirmativa, perguntou se meu pau não amolecia.
- Agora quero sua bundinha - respondi.
- Ai! - exclamou - Eu prometi, né (sic)?
- Foi.
- Vai com calma, tá?
Sem responder, tirei meu pau de dentro dela e saquei a camisinha usada.
Soraya virou de bruços na cama.
Vesti um preservativo novo. Arqueei seu quadril. Sua bundinha se abriu, revelando um cuzinho marrom. Encostei meu pau em seu ânus. Ela não esboçou reação. Comecei a empurrar. Ela ficou quieta e em silêncio enquanto meu pau foi entrando, lentamente e sem muita dificuldade. Fiquei até um pouco admirado como aquele cuzinho aparentemente apertado deixava meu pau invadi-lo sem muita resistência e sem necessidade de usar lubrificante.
Em pouco tempo meu pau estava todo dentro do delicioso rabo de Soraya. Quando ela sentiu que eu havia entrado todo, pediu para eu deitar sobre ela. Atendi seu pedido. Comecei a comer aquele cu guloso. Ela gemia baixinho enquanto eu mordia sua nuca e meu pau latejava dentro de seu ânus.
Tive um orgasmo intenso.
Vendo que eu estava gozando, a safada começou a rebolar.
- Goza, amor. Goza gostoso na minha bundinha.
Aos poucos meu pênis foi amolecendo e saindo de dentro da bundinha de Soraya. Caí de lado.
- E agora? - perguntou.
- O que tem?
- Como vou trabalhar amanhã?
- Ué?!
- Como vou sentar?
- Sentando.
- Mas você acabou com minha bunda.
- Acabei nada. Cuidei direitinho dela.
- É, cuidou mesmo.
- Entrou fácil.
- Foi. Ele queria muito seu piruzão.
No dia 5 de janeiro de 1993, uma terça-feira, telefonei para Soraya, no trabalho. Marcamos de nos encontrar à noite. Estranhamente ela me pediu para aguardá-la na esquina da rua onde morava. Não quis que eu a pegasse na porta de casa. Achei aquilo esquisito e perguntei o motivo. Mas ela preferiu dizer que depois me explicaria.
Busquei-a, como combinado, por volta das 20h. Ela entrou no meu carro, beijou-me rapidamente e pediu para eu dirigir. Já com o carro em movimento ela se desculpou pela forma estranha e disse que depois eu iria entender. Então ela perguntou se eu gostava de transar dentro do carro. Respondi que já havia feito algumas vezes, mas que achava mais confortável dentro de um quarto de motel e que ainda havia o risco de sermos abordados durante o ato.
- Então eu vou lhe mostrar um lugar seguro pra nós brincarmos aqui dentro. - disse pediu que eu seguisse para a estrada conhecida popularmente como Grajau-Jacarepaguá, que corta um maciço que divide a zona norte à zona oeste da cidade e serve de ligação entre esses dois bairros. No alto dessa estrada havia um drive-in chamado Drive-in 5000. O fato é que esse drive-in não passava filmes, pois não possuía sequer tela. Era um grande estacionamento, murado, encravado na montanha, com baias cercadas por muretas de concreto onde os casais podiam estacionar seus carros e transarem tranquilamente.
Estacionei numa das vagas. Soraya pulou pro banco de trás do carro - nessa época eu era o feliz proprietário de um Volkswagen Sedan, popularmente conhecido como Fusca, modelo 1983.
Quando me juntei a Soraya no banco de trás, ela já havia tirado a roupa e estava apenas de calcinha. Enquanto eu tirava minha roupa, Soraya se esticou para mexer no rádio do carro. Com a visão daquela bundinha firme e redonda e sua minúscula calcinha cravada no meio, não resisti e dei uma mordidinha de leve.
- Ai, cachorro! - ela exclamou, voltando a sentar.
Joguei minha roupa no banco da frente. Soraya imediatamente inclinou e começou a me chupar. A cabeça da vadia subia e descia. Sua boca sugava meu pau enquanto seus dedos massageavam meus testículos. Apertei sua bundinha. Ela puxou a calcinha pro lado. Enfiei dois dedos em sua xoxota melada.
Quando se fartou de chupar meu pau, ela puxou sua bolsa do banco do carona e tirou uma camisinha e outro objeto de dentro dela. Soraya me deu o objeto para segurar enquanto abria o envelope. Examinei a coisa: parecia um consolo, mas era fino na ponta, ia alargando até atingir uns três dedos de diâmetro e voltava a afinar para algo de um centímetro de diâmetro na base e terminava com uma espécie de anel oval com aproximadamente seis centímetros de comprimento por três de largura e poucos milímetros de espessura. O objeto devia medir pouco mais de dez centímetros de comprimento.
- Isso é um plugue anal, amor. Nunca havia visto?
- Confesso que não.
Ela riu.
- Quero que você enfie esse brinquedinho na minha bundinha. Depois eu vou sentar no seu colo. Vai ver como é delicioso. - Riu e me entregou um tubo de gel lubrificante. - Lubrifica ele bem e enfia de vagarinho enquanto eu visto meu amiguinho aqui embaixo.
A piranha estava se revelando uma vadia experiente.
- Ah! É de menta. - Disse mostrando a camisinha para, em seguida se abaixar e começar a vestir a camisinha em meu pau, usando a boca para desenrolar o preservativo.
Abri o tubo de gel, espremi um pouco e lubrifiquei o objeto. Depois passei um pouco do gel no cuzinho de Soraya. Em seguida encostei a ponta da coisa em seu cu e comecei a enfiar. Ela gemia enquanto chupava meu pau, já completamente vestido. Os primeiros centímetros entraram fácil, mas a medida que o diâmetro foi alargando, o cu da cachorra foi oferecendo resistência. Fui introduzindo de vagar, até que a parte mais larga ultrapassou o esfíncter e deu um salto pra dentro, com o repentino afinamento da base. Segurei na aba da base e vi que a coisa ficou firme dentro do ânus de Soraya. Tentei puxar e vi que havia mais resistência pra sair que pra entrar. Passei os dedos em volta e notei que o cu de Soraya se fechou em volta da coisa, prendendo-a lá dentro.
A cachorra parou de me chupar e, com agilidade, saltou sobre mim. Me movi mais pro meio do banco para dar espaço para a perna de Soraya. Ela apoiou as mãos em meus ombros e se ajoelhou com uma perna de cada lado de meu corpo, puxou a calcinha mais pro lado, ajeitou meu pau na sua buceta e sentou. A xoxota dela foi engolindo meu pau. Estava muito apertada. Dava pra sentir que aquela coisa enfiada em seu rabo. Depois de ter sentado em meu colo, ela parou. Senti meu pau quente. Mais que o normal.
- Gostoso! - Disse e me beijou na boca. Enquanto sugava minha língua, a safada começou a mover o quadril e círculos. Depois para frente e pra trás. Esfregando o clitóris em meu púbis enquanto meu pau era torturado por sua xoxota apertada com o plugue enfiado em seu rabo.
- Safada! - Devolvi em resposta, quando ela desgrudou de minha boca.
- Sou e você ainda não viu nada. - Respondeu me olhando com a cara mais safada que ela conseguiu fazer.
- Gosta de dar esse cu guloso e fez charminho pra mim, né?
- Adoro. E adoro sentir um caralho duro na minha buceta e meu brinquedinho no rabo ao mesmo tempo.
Ela começou a saltar em meu colo.
- Ai, cachorro! Me fode como uma puta.
Eu apertava sua bunda e a ajudava a subir e descer em meu colo.
- Piranha!
- Sou sua. Sua puta.
- Minha e de mais quem?
- Só sua. Agora sou só sua.
- Só minha mesmo.
- Só. Já fui de outro cafetão, mas agora sou sua e enquanto você quiser, sou só sua.
Não demorou para que nós dois gozássemos juntos.
Cansada e suada ela se soltou no meu colo, me abraçou e deitou a cabeça em meu ombro. Beijei seu pescoço. Minhas mãos acariciavam suas costas e sua bunda.
- Temos que voltar, amor. Já são dez horas e eu disse pra minha mãe que não demorava. - Disse desmontando de mim. Depois ela tirou a camisinha, deu um nó, ergueu contra a luz e olhou. - Uma pena desperdiçar esse líquido maravilhoso que eu amo. - Jogou pela janela.
- Você gosta de beber?
- Adoro e o seu é uma delícia.
Soraya ajeitou a calcinha.
- Não vai tirar o plugue?
- Só em casa, no banho e ainda vou tocar uma siririca pensando em você. Quero dormir como uma pedra.
- E se eu quiser comer sua bundinha rapidinho antes de irmos?
Ela segurou meu pau, que já estava duro novamente.
- Hum! Delícia! Ele já tá querendo de novo. Mas hoje não. Hoje minha bundinha é só do meu outro amiguinho.
- Ah!
- Você toca uma punhetinha em casa.
- Não é a mesma coisa.
Ela olhou pra minha cara de pidão e riu.
- Então só uma chupadinha. Mas só porque eu quero beber seu leitinho.
Eu apenas sorri. Soraya se abaixou e começou a me chupar. Ela me chupou com tanta vontade, me masturbando ao mesmo tempo em que sua cabeça descia e subia, que em pouco tempo gozei, enchendo sua boquinha gulosa de porra. A vadia engoliu tudo. Depois se levantou, limpou o canto da boca com as costas da mão e pulou para o banco da frente. Ainda tive a visão da aba do plugue anal saindo pelos dois lados do fio da calcinha.
Quando terminei de me vestir e voltei para o banco do motorista, ela beijou meu rosto e sorriu.
No caminho ela me explicou que estava separada haviam quatro meses, que o ex-marido era muito ciumento e que desde o domingo anterior ele estava rondando a casa dela. Ele estava hospedado na casa de um amigo que mora em frente a casa dela. Achava que alguém tinha contado a ele que ela havia ficado comigo no reveillon. Por esse motivo preferiu se encontrar comigo na esquina. Eu a deixei no mesmo lugar onde a peguei e fui pra casa um pouco preocupado com aquela história. Não queria arrumar tumulto com ex-marido ciumento.
No dia seguinte ela me telefonou para contar que quando chegou em casa, o ex-marido a havia abordado no portão. Disse que ele perguntou por que ela estava chegando tão tarde em casa, onde havia ido, com quem estava e etc. Ela disse que não deu muita idéia pra ele e disse que estava cansada e precisava dormir porque, ao contrário dele, tinha que trabalhar no dia seguinte. Ela então explicou que ele não gostava de trabalhar e que esse foi um dos motivos pelo qual ela o havia deixado. Ela queria ser bancada e não sustentar marido vagabundo. Depois ela mudou radicalmente o assunto:
- Antes de dormir, ainda toquei uma siririca pensando em você e lembrando do gosto do seu leitinho delicioso.
Fiquei excitado, mas como estava no trabalho, não podia falar abertamente.
- Você tá sozinha aí?
- Tô. Não tem nem um paciente aqui e a doutora (a dentista para quem ela trabalhava) só chega na parte da tarde.
- Entendi.
- Mas não posso demorar no (ao) telefone. Só tem essa linha aqui.
- Ah! Claro.
- Quero ver você de novo. Que tal amanhã?
- Amanhã? Prefiro na sexta porque podemos ficar mais tempo juntos.
- Sexta não vou poder. Vou à igreja com minha mãe.
- E sábado?
- Eu trabalho aos sábados e de noite não vai dar por causa do corno. - Ela se referiu ao ex-marido. - Só se for depois das duas, quando eu sair. Aí você me pega aqui.
- Tudo bem, então.
- Ah! Desculpa. Não vai dar. Marquei salão. Mas domingo eu posso. Depois do almoço. Por volta das duas.
- Caramba! Que complicação.
- Desculpe, amor. Isso é culpa de alguma vizinha fofoqueira e do corno que não larga do meu pé.
- Tudo bem, então. Domingo às duas.
- Faz assim. Vai pra casa da sua prima e me espera. Quando eu puder sair, passo lá.
- Não vai ter problema? O "corno" não vai encrencar de me ver com você?
- Ela não vai ver. Na hora eu explico. Preciso desligar.
- Tá!
- Você não vai se arrepender. Vou recompensar você. Vou fazer tudo que você gosta.
- Tudo?
- Tudo. Vou dar muito minha bundinha pra você e chupar muito essa pica gostosa.
- Oba!
Nos despedimos e ela desligou. Passei o dia excitado.
Cheguei na casa da minha prima por volta de 13h30min, no domingo.
- O almoço já vai sair. - Disse minha prima assim que entrei e cumprimentei todos.
- Obrigado, já almocei.
- Soraya disse que você vinha. Pensei que almoçaria com a gente. Ela já deve estar chegando pra almoçar.
- Bem, eu faço companhia, mas já comi em casa.
Pouco depois o telefone tocou e o filho mais velho de minha prima atendeu.
- É pra você. - informou me passando o telefone.
- Oi, amor. O corno tá lá no portão, vigiando. Não vou poder ir aí encontrar com você.
- Então eu vou embora. - Respondi.
- Não. Calma. A gente vai sair. Espera um pouco. Eu vou pra casa de uma amiga aqui perto e ligo de lá pra você ir me pegar.
Quase meia hora depois ela telefonou novamente e passou o endereço. Soraya pediu para eu encontrá-la duas quadras de distância, num posto de gasolina. Me despedi de todos, entrei no carro e rumei para o posto. Ela chegou logo depois. Veio como se não fosse mais sair comigo. Vestia uma bermudinha jeans, uma camiseta branca e chinelos. Não usava sutiã e os mamilos marcavam a camiseta.
Soraya entrou no carro e disse para irmos. Guiei direto pro motel.
Já dentro do quarto, ela tratou logo de tirar a camiseta e a bermuda, ficando apenas com a minúscula calcinha vermelha.
A vadia ajoelhou-se na minha frente, abaixou minha calça e cueca até o chão e enfiou meu pau todo na boca. Deu uma chupada longa e demorada então me empurrou para que eu sentasse na cama.
- Acredita que quando saí de casa, o corno veio me perguntar onde eu estava indo? - Começou a dizer enquanto retirava meus tênis e terminava de remover minha calça.
- E o que você disse? - Perguntei enquanto retirava a camisa.
- Ele acha que eu estou na casa da minha amiga. Por isso que não pude me arrumar direito pra você.
Soraya subiu na cama, me fez deitar de costas e debruçou ao contrário sobre mim, na posição de 69. Imediatamente voltou a me chupar. Enfiei a língua em sua buceta. Dava pra ver o cuzinho se contrair a cada chupada que eu dava em seu clitóris. Dedilhei seu ânus enquanto ela lambia minhas bolas.
A cachorra saltou de cima de mim, de repente.
- Não quero gozar na sua boca. Quero gozar com essa piroca enterrada no meu rabo. - Disse e saltou da cama.
A cachorra pegou sua bolsinha e catou alguma coisa de dentro dela. Jogou uma camisinha pra mim e abriu um tubo de gel. Enquanto eu vestia o preservativo, ela lubrificou a bundinha. Soraya ficou de quatro na beira da cama. Levantei e observei-a enfiando dois dedos no ânus. Ela tirou os dedos e olhou pro espelho. Desviei eu olhar da bela visão daquele rabo me chamando para encontrar seus olhos no reflexo do espelho.
- Vem, safado. Mete na minha bunda e me enraba gostoso.
Me posicionei atrás dela e comecei a enfiar meu pau em seu cuzinho guloso. Num instante já tinha entrado tudo. Eu tinha uma linda visão do meu pau enterrado no cu da piranha. Ela se masturbava, esfregando o clitóris, enquanto eu metia em sua bunda.
Em pouco tempo senti os músculos anais de Soraya apertarem meu pau. Ela realmente gozou enquanto eu a sodomizava. A cachorra realmente gostava de dar a bunda.
Tirei meu pau de dentro de seu ânus e o vi ficar aberto por um tempo. Eu estava num tesão louco. Tornei a enfiar o pau até o fundo. Ela gemeu. Repeti aquilo mais umas duas vezes. Então ela virou e deitou de costas na beira da cama e segurou atrás do joelho, mantendo as pernas erguidas.
- Vem, mete. Quero ver seu rosto de frente enquanto você fode meu cu.
Enfiei meu pau no rabo da vadia, na posição de frango assado. Ela apoiou os pés nos meus ombros. Segurei seus seios e passei a enrabar Soraya naquela posição. Via sua bucetinha fechadinha e seu rabo engolindo meu pau que ia e vinha com facilidade.
- Tira um pouco, amor. - Ela pediu depois de um tempo.
- Tá doendo.
- Tá ardendo um pouco.
Tirei o pau e ela levantou.
- Caralho! Você não goza?
- Quer que eu troque a camisinha e ponha na frente?
- Troca, mas você vai meter na minha bunda de novo. Hoje você só vai comer cu.
Troquei o preservativo e ela passou mais gel no ânus.
- Senta na cama. - Ela pediu.
Atendi seu pedido. Ela virou de costas pra mim, ajeitou meu pau e sentou. Abracei Soraya. Ela começou a rebolar. Coloquei a mão direita entre suas pernas e comecei a massagear seu grelo. Ela rebolava em meu colo enquanto eu esfregava seu clitóris. Em dado momento enfiei dois dedos em sua xoxota apertada. Ela começou a fazer movimentos pra frente e pra trás e pouco depois senti os músculos de sua vagina se contraírem, anunciando outro orgasmo.
Soraya parou de se mexer. Ela jogou-se a cabeça para trás e encostou em mim. Me tornei sua cadeira erótica. Aos poucos fui retirando meus dedos de dentro dela. Meu pau latejava dentro de seu ânus. Por fim ela se levantou e jogou-se de bruços na cama.
- Nossa! Estou acabada. Queria dar um chá de bunda e acabar com você, mas quem ficou acabada fui eu.
Eu ri.
- Quer parar? - Perguntei.
- Quero que você goze.
- Depois você faz isso com a boquinha.
- De jeito nenhum, bebê. Pega o gel, passa mais um pouco no meu cu e vem por cima. Mas vem com carinho porque ele já tá acabado.
Lubrifiquei o ânus de Soraya.
- Passa bastante. - Pediu.
Enfiei um dedo para lubrificar por dentro. Seu ânus estava flácido depois de tanto tempo sendo penetrado por meu pau. Lembrei dele aberto quando tirei de dentro dele.
- Tá bom, amor. Agora vem e mete gostoso.
Me posicionei por cima da piranha e comecei a meter meu pau em sua bunda. Entrou fácil de tão lubrificado e alargado que já estava seu rabo. Deitei por cima dela. Comecei a morder sua orelha e a foder sua bunda. Ela não se mexeu nem um momento enquanto eu comi seu rabo. Se limitou a gemer e pedir baixinho pra eu meter em sua bundinha e gozar. Percebi que ela estava cansada e queria era que eu gozasse pra poder parar. Não tardei a chegar ao orgasmo e logo que gozei, saí de cima dela.
- Ai. Tô destruída. Amanhã não vou conseguir sentar pra trabalhar. - Riu. - Gostou do presente, amor.
- Adorei. Mas eu podia ter comido sua xoxotinha quando o cuzinho cansou.
- Hoje eu queria dar só a bunda pra você. Sei que você gosta.
- Gosto, mas tem que ser gostoso pra você também.
- Foi delicioso, pra mim. Gozei mais de três vezes. Não percebeu?
Ficamos um tempo deitados em silêncio. Ela de bruços e eu de costas. Admirando o reflexo das costas nua de Soraya, no espelho do teto, comecei a ficar excitado novamente. Virei de frente pra ela e deixei meu pau, novamente duro, encostar em sua coxa. Ela virou a cabeça pra mim, olhou pra baixo e virou de frente pra mim.
- Já? - Perguntou.
Me mantive em silêncio, apenas fitando seus olhos.
- Tô cansada.
Continuei em silêncio, olhando fixamente seus olhos.
- Tá ... Trás ele aqui pra mim ... Põe ele na minha boca.
Não me mexi e nem disse nada.
- Não quer? - Perguntou em dúvida.
Eu apenas sorri.
- Anda. Põe ele na minha boca.
Me mantive imóvel. Ela ficou me observando sem entender. Por fim me beijou.
- Vem, gostoso. Me dá essa pica gostosa pra eu chupar.
Me ajoelhei na cama e pus o pau em sua boca. Soraya começou a masturbar com a cabeça entre os lábios.
- Senta. - Ela pediu.
Coloquei um travesseiro apoiado na cabeceira. Sentei e me encostei nele. Soraya pulou minha perna e deitou de bruços em elas. Apoiou-se nos cotovelos e começou um delicioso boquete. Em pouco tempo cheguei ao orgasmo. Diferentemente das outras vezes que gozei em sua boca, ela não me deixou ejacular dentro. Quando sentiu meu esperma sair, tirou da boca e começou a esfregar a cabeça no rosto, espalhando.
Quando meu pau começou a amolecer, ela o soltou e sorriu com o rosto todo melado. Saltou da cama e anunciou:
- Vou tomar um banho. - E sumiu pra dentro do banheiro.
Depois de tomar banho junto com ela, pedi a conta e a deixei no posto de gasolina onde a encontrei.
Durante a semana seguinte, pouco nos falamos. Ela me telefonou na segunda e na quarta. Eu quis encontrar com ela no fim de semana, mas ela não.
Telefonei para ela na segunda e conversamos pouco. Ela disse que me ligaria para marcarmos outro encontro, mas isso não aconteceu e eu também não voltei a ligar.
Epílogo
Um ano depois, encontrei com ela na casa da minha prima. Ela me tratou bem. Conversamos um pouco e ela explicou que o ex-marido ficou pegando muito no pé dela por quase um mês e por isso evitou sair comigo. Disse que não me contou para eu não me aborrecer, mas explicou que eles discutiram naquele domingo e que ela acabou contando que tinha "trepado muito com outro homem e dado muito a bunda" (palavras dela) e que, por esse motivo, estava muito cansada para discutir com ele. Como resultado ele a agarrou pelos cabelos e deu um soco em seu olho. Fiquei atordoado com a revelação.
Depois ela acabou preferindo me manter afastado até ele desistir e sumir. Nesse meio tempo eu acabei mudando de emprego e ela não soube como me contactar. Acabou revelando que estava namorando haviam três meses. Desejei-lhe sorte.
Nunca mais a vi.
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