Antenção!

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fotógrafo e Greluda

Em novembro de 2009 me cadastrei num site de relacionamento voltado para casais liberais e pessoas em busca de parceiros para sexo e amantes desse meio.
Em pouco tempo consegui adicionar como contado uma lista de mulheres e uns poucos casais.
Durante um bom tempo mantive contato apenas virtual, pelo site e pelo MSN com algumas das mulheres, chegando a me encontrar com uma delas, mas sem compromisso.
No dia 15 de maio de 2010, um sábado, encontrei o perfil de um casal que estava buscando apenas homens para transar com a esposa na presença do marido. Adicionei como amigo e como disponibilizavam seu endereço de MSN, fiz o mesmo.

Era manhã da terça-feira seguinte, quando surgiu uma mensagem em meu MSN. Era o marido me chamando. Cumprimwntei de volta e iniciamos uma breve conversa onde ele foi bem pontual e objetivo. Fez algumas perguntas sobre mim e enfatizou que eles não gostavam de muito rodeio.
Exliquei-lhe que fim de semana era complicado para mim e que preferia marcar meus encontros nos dias úteis. Ele então disse que para eles era melhor no horário da manhã, até no máximo 10h porque ela entrava as 11h no trabalho.
Perguntou então se eu podia telefonar-lhe naquele momento. Expliquei que estava no trabalno e que não podia falar livremente ali. Ele então pediu para eu ligar no dia seguinte, pela manhã e me passou o número de seu celular. Confirmei que ligaria na manhã do dia seguinte para conversarmos.
Conforfe combinado, tefelonei para ele por volta de 7h20min. Ele atendeu. Me identifiquei. Ele então disse ele gostava de vê-la na cama com outros homens e de fotografá-la transando. Perguntou então se eu podia me encontrar com eles no Centro. Respondi que já tinha compromisso, mas que poderia encontrá-los no dia seguinte as 8h30min. Então ele explicou que já tinham um esquema num motel do Centro, onde costumavam ir com os amigos. Combinamos os detalhes e marquei de telefonar novamente na manhã seguinte.
Chegando no trabalho encontrei-os online. imediatamente os chamei. A resposta veio em forma de pergunta, questionando quem eu era. Me identifiquei e disse que era a pessoa que gavia falado com ele mais cedo. Recebi então a resposta que quem estava conversando comigo era a esposa. Expliquei que eu havia falado com o marido dela e que havia combinado um encontro com eles no dia seguinte. Ela respondeu que ele havia ido pro trabalho e que estava doida pra transar comigo. Ela perguntou se eu tinha alguma foto para ela ver. Mostrei algumas. Ela perguntou se era grande como aparentava. Respondi que não sou super-dotado, mas que nunca ouvi reclamação em contrário.
Continuamos conversando mais um pouco. Ela disse que eles tiveram um encontro com outro amigo havia alguns dias, mas que ele havia ficado nervoso e não conseguiu transar com ela. Explicou que, por esse motivo, estava muito excitada e louca pra transar. Perguntou então se eu gostava se gozar no rosto. Respondi que sim. Ela disse que adora e que ele gosta de fotogravar ela coberta de leite dos amigos
Nossa conversa não demorou muito mais, pois ela precisou sair pra trabalhar.
Na quinta-feira, 20 de maio de 2010, tornei a ligar para confirmar o encontro. Combinamos o local do encontro, próximo ao hospital da Cruz Vermelha, no Centro do Rio e embarquei no primeiro ônibus.
Como aquilo estava muito fácil para os padrões, fiquei desconfiado, mas estava pagando pra ver.
Por uma questão de segurança, decidi passar antes na empresa para deixar meus cartões de crédito, telefone celular e notebook. Fui para o encontro munido apenas do telefone celular que uso exclusivamente para esse fim e o dinheiro necessário para pagar o motel.
Como percebi que atrasaria um pouco, telefonei avisando. Foi a esposa quem atendeu. Ela disse que estava tudo certo e pediu para eu ligar quando chegasse no local do encontro.
Assim que cheguei, tornei a telefonar. Novamente ela atendeu. Descrevi meus trages para que eles pudessem me identificar. Ela respondeu que chefariam em aproximadamente 15 minutos.
Já haviam se passados os 15 minutos. Resolvi que se em dez minutos eles não chegassem, eu iria embora.
Pouco depois eles chegaram.
Sem muita conversa, pusêmonos a caminhar em direção ao motel. O marido indicava o caminho e eu os acompanhava.
Tentei puxar assunto umas duas vezes. Ele se limitou a responder com objetividade, mas sem deixar condições ou demonstrar interesse em querer dialogar.
Quando chegamos na entrada do motel, ele nos orientou a aguardar do lado de fora. Entraria sozinho primeiro e telefonaria passando o número do quarto. Ele já tinha um esquema com o pessoal do motel. E assim o fez.
Assim que ele nos deixou a sós, iniciei uma conversa breve com ela. Então me explicou que ela já o conheceu no meio do swing e que eles preferiam encontros assim, objetivos, a ficarem marcando para conhecer, sem compromisso. Juro que tentei entender, mas nem sempre rola afinidade e tesão quando conhecemos as pessoas.
Entretanto ela é uma mulher atraente. Não posso afirmar que é linda e daquelas que dá vontade de comer quando vemos. Mas, definitivamente, não seria problema transar com ela, muito pelo contrário, eu já estava de pau duro.
Posso descrevê-la como sendo magra, medindo aproximadamente 1,65m, morena jambo, seios bem pequenos, bunda pequena e redonda.
Não demorou nem dez minutos para o telefone dela tocar e marido informar o número do quarto.
Entramos no motel e nos dirigimos ao quarto. Quando lá chegamos, encontramos o marido que já havia ligado a televisão. Ela então pediu para eu tomar meu banho.
Nenhuma conversa. Nenhum toque. Comecei a me sentir estranho. Mas eu estava ali pra transar com ela. Estava excitado e sem fazer sexo há cinco dias. Sem falar nada, me dirigi ao banheiro e tomei um banho rápido.
Quando voltei ao quarto, encontrei a esposa nua, em pé e o marido de cueca, deitado na cama, mexendo no seu celular. Ela passou por mim e entrou no banheiro.
Coloquei minhas coisas na mesa destinada às refeições dos hóspedes, dei a volta na cama e sentei ao lado dele.
A televisão estava sintonizada num programa de telejornalismo e alguma fatalidade era anunciada - não prestei atenção ao caso.
Nenhum clima erótico, fora o fato de eu saber que faria sexo com a mulher do cara que estava ao meu lado, mudo, mexendo em seu telefone móvel.
Pouco depois ela saiu do banheiro e veio direto para a cama.
Confesso que meu pau estava mole e eu já estava perdendo o interesse em transar com ela.
Então ela se aproximou de mim, ficando entre eu e ele. Sem dizer nada, pegou meu pau e começou a masturbar. Rapidamente ele endureceu.
Toquei sua vagina. Então ela se aproximou do mei rosto e falou baixo: "só não gosto muito de dedinho, não".
Limitei-me a responder um "tá" sem interesse. Pra mim já pouco importava se ela iria ter prazer comigo ou não. As atitudes do casal eram frias e as últimas palavras dela soaram como se estivesse preocupada com a possibilidade de eu ferí-la com as unhas - perfeitamente cortadas e lixadas, diga-se de passagem.
Ela então abaixou a cabeça e começou a chupar meu pau.
O marido então apontou a câmera do celular para o rosto dela.
A cabeça dela subia e descia. Sua boca deslizava suave, sugando meu pau. Ela fazia um boquete gostoso, devo reconhecer. Não seria difícil gozar em sua boca e posso afirmar que me satisfaria com uma chupada até o final.
Apalpei seu seio. Senti seu mamilo duro. Depois apertei e acariciei sua bundinha firme e redonda.
Pouco depois - não sei precisar quanto tempo: mas posso dizer que se ela continuasse me chupando, eu gozaria em sua boca - ela parou de chupar e pediu para eu vestir a camisinha.
Eu não havia levado uma comigo, pois sabia que o motel deveria fornecer e informei isso a ela. Então o marido pegou o telefone e solicitou o preservativo.
Nesse meio tempo em levantei e fiquei em pé ao lado da cama. Para não deixar o clima voltar a ser de geladeira, ela sentou-se na cama e voltou a me chupar.
Um detalhe curioso é que no momento que ela parou de me chupar e eu levantei, senti um pouco de esperma sair e, enquanto o marido pegava o telefone e ela olhava para ele, olhei para meu pau e vi uma enorma gota de porra pingar no chão. Quando ela voltou a por a boca em meu pau, percebi que ela sentiu que havia saído esperma. Provavelmente ela sentiu o gosto. A piranha tirou a boca instantaneamente, mas depois, limpou a ponta do meu pau com o polegar e voltou a abocanhá-lo.
Pouci depois o marido pediu para ela fazer pose para foto. Fotografou-a com meu pau junto ao seio e ela segurando-o.
Nesse instante o garçom do motel chegou com o preservativo (até hoje estou surpreso com o fato de já não ter preservativos no quarto). A esposa o pegou e desembalou. Depois de ajeitar a camisinha no meu pau, ela terminou de desenrolá-lo com a boca com grande habilidade. Deu mais uma chupada no meu pau, agora protegido pelo preservativo, e ficou de quatro na cama.
Encaixei meu pau na xoxota da piranha, ela deu uma ajeitada e eu empurrei. Meu pau entrou todo. Segurei a puta pela cintura e comecei a meter com vontade.
O marido levantou da cama e se posicionou ao nosso lado, para nos focalizar melhor.
Não demorou para eu sentir que logo gozaria e não conseguiria segurar mais tempo. Continuei metendo com vontade, sem mudar o ritmo. Então gozei. Cheguei ao orgasmo em silêncio, sem demonstrar tal fato.
Como meu pau continuava duro e ainda não dava sinais de que iria amolecer, mantive o ritmo das estocadas na buceta da vadia.
"Goza no meu peito", pediu a piranha. Era a perfeita demonstração que a cachorra não sabia que eu já tinha gozado.
Dei uma última estocada forte e cravei meu pau o mais fundo que consegui. Ela chegou a dar um pulo pra frente quando a cabeça empurrou seu útero.
"Porra! Agora que você pede isso? Agora eu já gozei", respondi.
Ela então saltou pra frente, segurou meu pau e, com cuidado retirou a camisinha cheia de esperma. A piranha então deitou de costas na cama e espalhou a porra entre seus seios.
"Coloca seu pau em cima do peito dela", pediu o marido.
Atendi ao pedido dele. Aploiei meu pau, ainda duro, mas que já não estava tão rijo quanto antes no seio da mulher. Ele fez duas fotos. Eu tirei meu pau e ele fotografou, mais de perto, os seios com o esperma espalhado.
Depois da sessão de fotos, a esposa levantou e pediu para eu tomar meu banho porque eles precisavam ir trabalhar.
Tomei um banho rápido e me vesti.
Quando já estava pronto para partir, ele falou que poderíamos marcar outro encontro, com mais tempo. Porque naquele dia eles estavam com um pouco de pressa. Concordei e disse que manteríamos contato.
A esposa me levou até a porta do quarto. Ela me deu um beijo nos lábios e disse que tinha gostado de transar comigo e que adoraria repetir em outra oportunidade.
Me despedi e saí.
Fiquei com a sensação de ter pago para comer uma prostituta, devido à forma como a coisa aconteceu.
No dia 25 de maio eu os vi online e chamei. Ela se identificou e perguntou quando iria me conhecer e transar comigo, demonstrando ter esquecido que aquilo havia acontecido no dia anterior. Refresquei sua memória e ela se desculpou dizendo que eram muitos contatos e não conseguia lembrar de todos e associar os contatos do MSN às pessoas com as quais encontrava.
Perguntei então pelas fotos. Ela me enviou duas das fotos, devidamente editadas por eles, com seus nomes.
Mantive o contato, mas até a data desse post, não voltei a falar com eles.

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