No caminho do motel à casa de Ana, ela me perguntou o por quê de meu silêncio. Respondi dizendo que estava pensando numa coisa e que estava tentando achar palavras para dizer-lhe sem magoá-la. Ela disse que eu poderia ser franco que ela não se magoria. Lembrei-a do momento da espanhola e de quando havia posto meu pau em sua boca. Disse que havia estranhado ela não ter chupado. Perguntei o por quê. Ela respondeu dizendo que não sabia como fazer. Disse que nunca havia feito por ter nojo do pênis do ex-namorado que aparentava não ter glande por tê-la coberta por pele. Aí percebi que o ex tinha fimose e isso a incomodava. Ela continuou dizendo que não havia sentido nojo de mim, mas que não sabia como fazer. Sorri para ela e disse que, se ela quisesse, eu teria prazer em ser seu instrumento de aprendizado. Ela sorriu e disse que eu era muito delicado em minha palavras. Que eu usava palavras para me expressar de forma não vulgar para não assustá-la. Apenas sorri. Ela deitou sua cabeça em meu ombro e eu pousei minha mão em sua coxa. Deixei-a na porta de casa, aguardei que ela entrasse e parti para casa a fim de dormir.
Pela manhã (que já não era tão manhã assim, pois já passava das 11), fiz um dejejum revigorante e parti para a casa de minha avó. Mais no objetivo de encontrar com Ana do que visitar minha avó. Por volta das 3 da tarde, ela saiu de casa e nos encontramos. Nos beijamos e sentamos no portão de sua casa para conversar. Passamos a tarde conversando e namorando e em momento algum tocamos no assunto de sexo ou da noite anterior. Por volta das 7 da noite ela me perguntou se podia dizer um coisa que a havia perturbado. Eu disse que ela podia se abrir comigo. Disse-me que estranhou o fato de eu ter tido tanta dificuldade em penetrá-la e que ficou assustada quando viu o lençol sujo de sangue e que cobriu a mancha com a toalha para que eu não visse, mas que isso a estava deixando preocupada. Continuou dizendo que tinha certeza que já não era virgem, pois havia transado ao menos umas 8 vezes com o ex. Perguntou-me se seria possível ela continua virgem a pesar disso. Eu disse-lhe que o melhor seria buscar a orientação de seu ginecologista e que poeria até ser possível, pois existem mulheres que têm o hímem complacente. Ela disse que nunca havia sentido dor com seu ex e que ela achava que havia perdido a virgindade comigo. Ela disse que achava isso possível pois ele não era muito grande. Eu disse que ele não precisava ser muito grande, pois o hímem fica próximo a entrada da vagina e que mesmo que ele tivesse apenas 10 cm seriam o bastante. Bem, chega de explicações biológicas. Continuamos conversando sobre isso por algum tempo de depois mudamos de assunto. Ela perguntou-me se nós estávamos começando um namoro e eu disse que se ela não se opusesse, que sim.
No fim de semana, Ana viajou para MG a fim de visitar sua mãe. Peguei-a na rodoviária no domingo à noite e marcamos de nos ver no sábado. Eu faria aniversário e ela era convidade especial. Ela disse que não poderia sair na sexta porque havia combinado com sua irmã de tomar conta de seu sobrinho para que ela pudesse sair com o namorado.
No sábado, peguei-a por volta das 6 da tarde. Dei atenção a ela durante toda a festa, mesmo ela conhecendo toda minha família e sendo quase de casa. Na verdade eu é que não queria desgrudar dela. Por volta das 2 da manhã, quase todos os meus amigos já haviam ido e, praticamente, só restavam alguns familiares. Disse a minha mãe que iria levar Ana em casa e que não me esperasse pois poderia voltar só pela manhã. Durante o caminho perguntei se ela gostaria de ir a algum outro lugar e ela respondeu que sim. Queria me dar seu presente. Desviei pouco do trajeto, pois o motel não ficava muito distante do caminho.
Dentro do motel nos agarramos apaixonadamente e curtimos cada segundo enquanto tirávamos a roupa um do outro. Quando totalmente despidos, ela disse que queria que eu a ensinasse a chupar, pois ela queria dar-me o prazer do sexo oral. Disse também que queria sentir o mesmo prazer, pois nunca havia deixado seu ex fazer nela. Respondi dizendo que esquecesse seu ex e que eu seria o primeiro homem de verdade em sua vida. Deitamos na cama e nos entregamos um ao outro. Nos acariciamos, nos beijamos e fodi sua boceta gostosa ainda com mais prazer que da primeira vez. Eu a penetrava com carinho e paixão. Lenta de delicadamente ia e vinha em sua bocetinha ao mesmo tempo que beijava seu pescoço e sua boca. Em dado momento ela disse que sentia como seu eu tocasse seu umbigo por dentro. Sorri e ela disse que queria fazer sexo oral em mim. Tirei meu pau de dentro dela e ela perguntou como deveria fazer. Respondi que a melhor forma de ela aprender seria assistindo. Liguei a TV no carnal privê. E ficamos nos acariciando enquanto o filme corria. Já estava numa cena em que um casal transava e não havia sexo oral nessa cena, mas não demorou e em outra cena um loirinha começou um boquete fantástico no ator. Ana não desgrudava os olhos da telinha e a mão de meu pau. Em dado momento ela foi em direção a meu pau e começou a copiar o que a atriz fazia no filme. No início ela tinha pouca prática e eu precisei orientá-la no momento de chupar. Na força a exercer na chupada e a tomar cuidado com os dentes. Logo ela começou a melhorar sua técnica. Ela aprendia rápido e parecia gostar de fazer.
Ela chupava meu pau sem desgrudar os olhos da TV. O casal já transava alucinadamente. Eu fui me posicionando sob ela e, deitado de costas, fiz com que ela ficasse sobre mim. Pela primeira vez tinha sua boceta próxima a meu rosto e ao alcance de minha boca. Ela continuava chupando meu pau e, agora, massageava minhas bolas com os dedos. Quando abocanhei sua xoxota ela deu uma parada, sem tirar meu pau da boca, como para sentir a nova sensação. Dei o melhor de mim, chupando sua boceta e enfiando minha língua nela. Ela começou a gemer com meu pau na boca e já não mais conseguia se concentra na chupada. Eu apertava sua bunda e fodia sua xoxota com minha língua. Senti que ela já estava quase gozando. Sua boceta estava completamente encharcada. Ela, gemendo e sem conseguir concentrar-se no meu pau, ainda com ele na boca, começou a punhetar-me. Aquilo estava me levando à loucura. Sua boceta era tão cheirosa e gostasa e seu fogo e prazer eram tão intensos que eu estava quase gozando, mais pelo prazer que eu proporcionava nela do que pela punheta que ela batia em mim com a cabeça do meu pau na boca.
Quando já não dava mais para segurar, avisei que iria gozar e ela não mudou de atitude. Isso me deixou mais tesudo e afundei minha cara entre suas pernas. Explodi em sua boca e ela apertou meu rosto entre suas pernas, gozando junto comigo. Ela urrava mas não tirava meu pau da boca. Somente quando ela se recuperou de seu orgasmo e a última gota de meu esperma foi sugada de minha pica é que ela soltou meu rosto e tirou a boca de meu pau. Ela virou de lado de deixou que um pouco de meu esperma saísse de sua boca, limpando no lençol. Ela deitou sua cabeça em meu peito e eu a puxei para um beijo, fazendo com que um sentisse o gosto do outro. Ela olhou para mim e perguntou se fazia mal engolir. Eu disse que não. Ela disse que saiu tanto que acabou engolindo um pouco. Perguntei se ela havia gostado e ela respondeu que era um pouquinho amargo mas que ela havia gostado e completou dizendo que queria provar mais.
Continuamos deitados abraçados e ela ficou interessada quando, no filme, o homem comeu o cu da atriz. Ela indagou se ela não sentia dor. Que havia tentado uma única vez e que doeu e ela não quis mais, a pesar da insistência do outro. Perguntei se ela gostaria de experimentar comigo. Ela disse que não sabia definir, que estava achando aquela cena tão gostosa e excitante, mas que também tinha medo. Meu pau estava novamente vivo e eu disse que poderíamos tentar sem compromisso. Que se ela desistisse eu não insistiria. Ela concordou e virou de bruços. Eu me posicionei e encostei meu pau em seu cuzinho rosado, lindo. Infelizmente mal eu comecei a empurrar ela mudou de idéia. Disse que preferia que eu colocasse eu sua boceta. Atendi seu desejo e cravei meu pau na sua xota. Deitei-me sobre ela e estoquei gostoso. Ela disse que queria que eu gozasse em sua boca novamente. Queria sentir o gosto mais uma vez.
Quando prestes a gozar saí de sua boceta e ela abocanhou meu pau numa agilidade incrível. Logo enchi sua boca com meu leite e ela sorveu tudo, sem deixar uma única gota escapar, para engolir em seguida. Ela sorriu para mim disse que tinha amado, que teria prazer em beber meu leitinho sempre.
Dormimos abraçados pelo resto da noite, sendo acordados por volta das 9 pela telefonista avisando que o período estava se esgotando.
A partir desse dia, Ana tornou-se mestra na arte de chupar. Ela adorava mamar no meu pau, literalmente. Sempre que me chupava, o fazia até eu gozar em sua boca e não deixava que uma única gota escapasse, para engolir todo meu leite. E ela adorava mamar no meu pau, pois sempre que tinha uma oportunidade ela o fazia.
...continua
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