Antenção!

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Adriana - minha secretária favorita

Em setembro de 2007 a empresa que eu trabalhava contratou uma nova secretária: Adriana. Morena com a pele naturalmente bronzeada, cor que muita mulher adoraria ter, penetrantes olhos negros, cintura fina, coxas grossas, seios fartos e uma bunda de dar água na boca.

Logo que ela me foi apresentada, meus instintos se pronunciaram e meu pau endureceu só de apertar sua mão durante o cumprimento.

Como na hierarquia da empresa eu estava acima dela, procurei ser respeitoso para não parecer assédio. Entretanto trateia com o máximo de simpatia, pois queria me aproximar dela e ganhar sua confiança. Adriana tinha o dom de despertar em mim um tesão difícil de controlar.

Quando ela vinha até minha sala para falar comigo, me entregar algo ou pegar minha assinatura em algum documento, eu a tratava com respeito e educadamente. Mas quando ela se virava para sair, meus olhos seguiam o balançar de suas nádegas e literalmente eu a despia com o olhar. Se ela olhasse para trás nesses momentos, flagaria meus olhares desejosos para sua bunda carnuda.

Aos poucos fui estreitando o contato com Adriana. Começamos a ter papos mais discontraidos no trabalho e ela foi percebendo e mesmo eu sendo um chefe indireto, também era um amigo com quem ela podia conversar abertamente sobre outros assuntos.

Independente de ser ela ou qualquer outra pessoa, procuro ser amigável e prestativo. Isso é uma coisa de minha índole e, com isso, ganho a confiança de meus subalternos e chefia.

Numa de nossas conversas informais, surgiu o assunto sobre fotos nuas, sensuais e pornográficas feitas por mulheres e casais durante seus momentos íntimos. Eu disse que adorava ver essas fotos, mas que as mulheres deveriam ser mais espertas nesse assunto, pois muitas dessas fotos acabam parando na internet por descuido delas mesmos ou por confiarem demais em pessoas que não merecem confiança. Ela concordou comigo e confessou ter vontade de fazer esse tipo de fotos. Disse-lhe que ser fotografada nua não era nenhum problema, desde que ela o fizesse com sua própria máquinha fotográfica e que ela fosse a única proprietária dessas fotos. Ou seja, não deixasse que quem a fotografou ficasse com cópias dessas fotos. E completei dizendo que se ela as fizesse, eu adoraria ver. Ela riu e disse que se fizesse, me mostraria.

Dias depois, Adriana veio até mim e disse ter feito algumas fotos nua. Parabenizei-a pela coragem e reavivei o desejo de ver as fotos. Ela disse que depois me mostraria. Fiquei de pau duro só de imaginar aquela morena em pelo.

No meio da tarde ela me mandou uma mensagem instantânea perguntando como poderia fazer para me mostrar as fotos. Eu perguntei como ela as tinha armazenado. Questionei se ainda estavam na câmera ou se ela já as tinha salvo em CD ou num pendrive. Ela respondeu que elas estavam gravadas num CD. Eu disse pra ela trazer o CD até minha sala e me mostrar pessoalmente. Assim eu poderia ver as fotos e ela teria a garantia de que depois de ver eu não faria cópias das fotos. Ela então respondeu que não se importava de eu ter cópias das fotos, pois confiava que eu não iria repassá-las. E completou dizendo que queria que eu visse e desse minha opinião, mas que tinha vergonha de estar junto de mim nesse momento e que também estava ocupada e não teria como vir até minha sala. Perguntou então se ela poderia enviar as fotos para meu email pessoal. Respondi que sim, se ela tinha plena confiança em mim. Ela disse que iria me mandar as fotos e o fez. Recebi cinco fotos dela nua. Lindas e excitantes. Admirei as fotos e fiquei ainda mais tarado naquela morena.

Chamei-a no MSN e disse ter visto as fotos. Ela perguntou o que eu achei. Respondi que a achei muito gostosa e que fiquei muito excitado. Era disse que achava que estava gorda. Rebati dizendo que adoraria apertar o "excesso de gostosura" dela. Perguntei então quem a havia fotografado e ela disse ter sido um primo que é homossexual. Perguntei se ninguém mais tinha cópias e ela respondeu que não. Disse-lhe então que as guardaria com todo cuidado e carinho. Adriana então me perguntou se tinha como esconder seu rosto numa das fotos para ela enviar para uma amiga. Eu disse que editaria e tiraria qualquer coisa que a identificasse. Ela agradeceu e disse que estava terminando de enviar outro email com o restante das fotos. Recebi, vi, babei, fiquei de pau duro e disse pra ela o quão excitado eu estava. Depois eu editei algumas das fotos e mandei de volta para ela e acrescentei que eu também possuía algumas fotos íntimas, perguntando se ela gostaria de ver. Adriana respondeu que adoraria ver minhas fotos. Então selecionei algumas e mostrei a ela.

Desse dia em diante, nossa amizade se estreitou e deixei claro meu desejo de transar com ela. Ela confidenciou que também ficou curiosa a meu respeito, mas que tinha medo por eu ser seu chefe indireto. Respondi que não se alguma coisa rolasse entre nós, de minha parte, não afetaria a forma como eu a tratava dentro da empresa. Completei infornando que as fotos e aquele assunto era absoluto sigilo entre nós. Ela concordou e ficou aceso um desejo entre nós.

Fomos nos aproximando cada dia mais e desenvolvendo esse desejo mutuo. Nossas conversas, quando estávamos sozinhos, eram íntimas ao ponto de detalharmos nossas preferências sexuais.

Em novembro já estávamos no estágio de contatos físicos mais ítimos. Quando estávamos sozinhos, eu a abraçava por trás, encoxando-a, apertava sua bunda, passava a mão em seus seios, mordia sua nuca e massageava seus ombros. Certa vez estávamos sozinhos na copa e Adriana estava preparando café. Eu cheguei por trás dela e a abracei, encostando meu pau duro em sua bunda. Ela não ofereceu resistência, a pesar de ficar preocupada com a possibilidade de alguém chegar. Eu fui baixando minha mão e a enfiei por baixo do vestido, entre suas pernas. Toquei sua vagina por cima da calcinha. Pude sentir seus lábios vaginais protuberantes e quentes. Ela estremeceu e afastou minha mão. Rapidamente ela virou de frente pra mim e sussurando disse:

- Não faz isso. Não aqui.

- Então vamos pro motel depois do expediente. - Rebati.

- Hoje não posso.

- Então me diz quando.

- Semana que vem.

A resposta dela me animou.

A semana seguinte veio e a gente não foi pro motel. O tempo foi passando e a gente ficava nessa brincadeira. Eu querendo comer Adriana e ela querendo me dar, mas sem coragem e se esquivando.

Assim foi até que no dia 15 de janeiro de 2008 eu a coloquei na parede. Disse que não aguentava mais me masturbar vendo suas fotos e que ela precisava se decidir que queria ou não transar comigo. Não dava pra ficar fantasiando e desejando-a indefinidamente. Ela disse que tinha medo de alguém descobrir e ser prejudicada. Garanti que tomaríamos todo cuidado para que ninguém desconfiasse de nada. Ficou combinado então que na quinta-feira seguinte a gente realizaria nosso desejo. Após o expediente eu a aguardaria na rua, afastado do trabalho.

A quinta-feira demorou a passar. Meus pensamentos estavam o tempo todo no encontro com Adriana. Todas as vezes que estive com ela durante o expediente, evitei tocar no assunto. Ela estava tão ansiosa quanto eu.

Quando finalmente o expediente acabou, deixei Adriana sair na frente. Ela desejou boa noite a mim e saiu. Esperei uns cinco minutos e saí.

Segui para o ponto de encontro. Meu coração disparou quando a vi, parada, aguardando por mim. Peguei em sua mão e seguimos pro motel.

Entramos no quarto, mas ela ainda estava meio tensa. Não me deixou abraçá-la e nem beijá-la.

Ela fez questão de tomar banho primeiro e sozinha e enquanto ela estava no banheiro, tirei toda minha roupa, coloquei os preservativos junto a cama, liguei o condicionador de ar, o som e a televisão. Assim que ela saiu do banheiro, enrolada na toalha, entrei para tomar um banho rápido. Notei que ela olhou para meu pau duro quando saiu do banheiro.

Quando saí do banho, completamente nu, encontrei Adriana sentada na cama, ainda enrolada na toalha. Ela olhou para meu pau duro, mas não disse nada nem esboçou reação. Sentei a seu lado e a beijei. Abri a toalha e acariciei seu corpo nu. Adriana buscou meu pau com a mão e o segurou. Interrompi o beijo e passei a sugar seu seios. Ela acariciou meu cabelos enquanto eu chupava seu mamilo. Fui descendo até sua xoxota e me posiocionei melhor para poder chupá-la. Puxei Adriana mais para baixo, para que ficasse com o corpo mais deitado. Entrei entre suas pernas e passei a chupar aquela xoxota de lábios carnudos. Enfiei minha língua entre os lábios e busquei seu clitóris.

Adriana segurou meus cabelos e se entregou a mim. Chupei sua xoxota com vontade. Ela gemia e segurava minha cabeça. Dedilhei seu cuzinho que logo aceitou ser penetrado por meu dedo.

Poucos segundos depois de eu ter enfiado meu dedo em seu botão anal, Adriana gozou. Senti seu ânus piscar e apertar meu dedo.

Ela não me deixou continuar chupando, então tirei meu dedo de seu rabo guloso e interrompi as lambidas em sua xoxota melada. Subi e beijei sua boca.

Adriana então ensaiou uma chupada em meu pau, mas parecia tímida e até inexperiente no assunto. Então resolvi que era hora de meter na sua xoxota.

Pedi que ela ficasse de quatro na borda da cama e vesti uma camisinha.

Encaixei meu pau na entrada de sua xoxota que, a pesar de ter lábios grandes, mostrou-se bem apertada e profunda. Meu pau entrou todo naquela vagina quente.

Segurei sua bunda e comecei o vai e vem. A visão dela de quatro pra mim, com meu pau sumindo e reaparecendo seguidamente e seu cuzinho piscando a cada metida me enlouqueceram. Em pouco tempo eu já metia com vontade em sua xoxota. Ela gemia de quatro. A visão daquele cuzinho sem abrindo quando puxava meu pau para fora da xoxota e se fechando quando enfiava até o fundo me deixaram com um desejo louco de meter nele. Então encostei meu polegar em seu ânus e, sem resistência alguma, enfiei todo. Adriana não reclamou, muito pelo contrário, gozou.

Notei que era a segunda vez que ela gozava logo após eu enfiar um dedo em seu cu. Fiquei otimista e cheio de tesão por aquele rabão.

Continuei metendo. Tirei meu polegar de seu rabão e o penetrei com os dedos indicador e médio. Seu cu permitiu a entrada dos meus dedos sem resistência e ela também não se opôs. Ela havia me dito que nunca tinha feito anal, mas que tinha a vontade de experimentar. Prefiro acreditar nas pessoas e confiar que aquele cu nunca havia sido penetrado por uma pica, mas ele tinha tudo para receber um sem resistência e ela demonstrava ter muito prazer em ser penetrada analmente.

Não sei por quanto tempo continuei metendo naquela xoxota, mas a camisinha já estava ressecada e demonstrando que precisava ser trocada. Então tirei meu pau da xoxota de Adriana e dei uma chupada em seus lábios, com ela ainda de quatro.

Arranquei a camisinha e subi na cama. Coloquei meu pau na boca de minha secretária e a fiz chupar meu pau mais um pouco. Novamente ela não se dedicou a tarefa e demonstrou falta de prática. Preferi então tentar investir naquele bundão gostoso.

Vesti nova camisinha e pedi para que ela ficasse de quatro novamente. Adriana se limitou a obedecer, mas quando eu anunciei que queria comer seu rabo, ela reclamou e disse que não queria. Eu insisti, dizendo que seu cuzinho estava me dizendo que queria muito ser comido, mas ela continuou negando. Ainda tentei persuadí-la, encostrando a cabeça do pau no seu cuzinho e pedindo com carinho, mas ela pulou pra frente e disse que não queria, pele menos não ainda.

Dei-me por vencido. Ela voltou a posição e para mostrar que não faço nada sem o concentimento da parceira, meti em sua xoxota.

Ela abraçou o travesseiro e me deixou meter com vontade em sua xoxota. Fodi aquela boceta com vontada, cravando meu pau até o fundo. Metia com tanta vontade que a cada estocada, o impacto de seu bundão contra meu colo, fazia barulho. Ela gemia e pedia pra eu gozar. Eu suava e metia com força. Arreganhando sua bunda com as mãos, meti até explodir em gozo.

Adriana caiu de bruços na cama.

Ainda de pé, removi a camisinha e olhei o relógio. Eram 20:30. A gente fodeu por quase duas horas direto. Como a hora passa rápido quando a gente está se divertindo.

Fui pro banheiro tomar um banho e ela foi junto. Tomei um banho rápido e a deixei no chuveiro enquanto pedi a conta e me vesti.

Acompanhei a gostosa até o ponto do ônibus e fui pra casa.

No dia seguinte ela me confidenciou estar toda dolorida (acabada como ela disse), mas muito feliz. Disse que queria repetir a dose quando eu retornasse das férias, mas infelizmente ela foi demitida enquanto eu estava curtindo meus trinta dias de descanso.

Adriana foi trabalhar longe do Centro do Rio e nunca conseguimos repetir a dose. Ainda hoje somos amigos e nos correspondemos por email.

Espero poder repetir a dose e, quem sabe, conquistar o direito de meter naquele rabão gostoso.

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