Antenção!

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Silmara

Silmara é uma senhora casada, na faixa dos 40 anos, dona de atributos físicos que a sociedade costuma rotular de fofinha. Os homens que gostam de mulheres desse porte - e eu me incluo nessa lista - sabem da capacidade delas em proporcionar maravilhosos momentos de prazer ao mais exigente dos garanhões.

Ela afirma ser amante do sexo anal, excepcionalmente habilidosa no sexo oral, dona de uma vagina extremamente quente a qual mantém sempre totalmente depilada e cheirosa, capaz de atingir orgasmos rapidamente, possuidora de um maravilhoso e suculento par de seios (isso eu pude ver), muito safada e adepta da arte de se tornar uma puta quando o assunto é sexo. Infelizmente nunca fui capaz de comprovar muitas dessas afirmações, pois não consegui me encontrar além do virtual com ela.

Tudo começou quando em outubro de 2008 eu entrei numa sala de bate-papo de sexo em busca de casais que gostam de praticar sexo liberal com outros casais e até mesmo homens e mulheres avulsos.

Saudei todos os casais da sala e recebi resposta de um deles. Na breve conversa que tive com a pessoa que estava ao teclado, respondi a algumas perguntas e fiquei sabendo que o marido era quem digitava. Ele me adicionou no sistema de mensagens instantâneas Windows Live Messenger de sua mulher e conversamos mais particularmente. Como casal, ele disse gostarem de sexo a três e que ele particularmente sente muito prazer em vê-la transar com outros homens.

Nesse dia conversamos pouco e relatei alguns momentos que tive com outro casal, a pedido dele, pois quis saber se eu já tinha experiência com casais. Mas não chegamos a marcar encontro, mostrar fotos ou abrir webcam para nos vermos ao vivo. Ainda tive a oportunidade de conversar com Silmara, que substituiu o marido ao teclado por algum tempo, e ela contou suas preferências sexuais.

Dias depois, quando voltei a vê-los online, conversei com Silmara sem a presença do marido, pois foi em horário de expediente e ele, obviamente estava trabalhando. Nessa oportunidade ela pediu para ver fotos minhas, que mostrei com grande prazer.

Ela confidenciou que ficou excitada com minhas fotos, mas que preferia ver-me ao vivo. Como não tinha webcam no trabalho, não pude atender seu deseja.

Nossas conversas tornaram-se mais frequentes e meu tesão foi aumentando, mesmo sem nunca ter visto fotos dela.

Passaram-se meses até que numa de nossas conversas, por volta de agosto de 2009, Silmara abriu sua webcam para que eu pudesse vê-la. A qualidade da imagem de sua webcam não era das melhores, mas dava pra ver com alguma nitidez.

A primeira vista, ela me pareceu uma senhora casada normal com filhos adolescentes. Sentada a frente do computador, cabelos presos, fofinha e de rosto simpático. Estava séria, a pesar de nossa conversa picante e recheada de sacanagem. Eu escrevia todo tipo de coisas que queria fazer com ela e ela respondia que sua buceta estava molhada, cheia de tesão e querendo ser penetrada por meu pau. Nesse momento pedi a ela que me mostrasse os seios. Ela relutou um pouco e depois concordou em mostrá-los rapidamente. Meu pau, que já estava duro, passou a latejar. Mas logo ela guardou aqueles seios fartos e perfeitos pra uma espanhola. Eu ainda pedi a ela para mostrar mais, mas a safada negou veementemente e me deixou chupando dedo. Ela falou que se eu me mostrasse na câmera pra ela, que ela mostraria mais. Eu queria ver mais e o tesão que eu sentia era tão grande que pedi o celular de um colega emprestado. O celular dele também funcionava como webcam. Pela primeira vez me mostrei numa webcam no trabalho. Não pude mostrar muito pra ela. Apena o volume em minha calça, pra comprovar meu tesão.

Meu tesão só crescia, junto com a vontade de comer aquela mulher tesuda.

No dia seguinte resolvi levar minha webcam Sem fio para o trabalho. O fato da minha webcam não ter fio, permite que eu a guarde dentro da gaveta e ninguém saiba de sua existência. Além disso, ela é pequena e dá para disfarçá-la.

Esperei ansioso que Silmara conectasse e assim que ela o fez, informei da webcam. Por sorte ela conectou próximo da hora do almoço e eu teria a oportunidade de ficar sozinho na empresa. Disse isso a ela e ambos ficamos muito excitados. Tão logo eu fiquei sozinho, abri a câmera e não hesitei em puxar meu pau para fora da calça e mostrá-lo duro para ela ver. Nesse momento ela me confidenciou que só agora ela acreditava que as fotos que eu tinha lhe mostrado eram reais. Até então ela achava que as fotos não eram minhas.

Silmara mostrou-me novamente os seios e eu me masturbei pra ela ver.

Meu tesão que estava sentindo era tão grande que logo ia gozar. Como não queria melecar a mesa e tudo em cima dela, disse que iria pro banheiro e levaria a câmera comigo para ela me ver gozar. Minimizei a janela de nossa conversa e corri pro banheiro, com a câmera numa das mãos e o pau na outra.

Toquei uma punheta apressada e gozei abundantemente, na pia do banheiro. Tomei o cuidado de manter a lente da webcam focada em meu pau o tempo todo.

Depois de limpar a pia e me recompor, voltei à minha mesa.

Quando restaurei a janela do WLM, ela já tinha fechado as câmeras. Perguntei se ela conseguiu assistir. Ela confirmou e completou dizendo que gozou junto comigo. Fiquei excitado com a experiência e um pouco frustrado por não ter assistido a safada gozar.

Repetimos nossa aventura de nos exibirmos na webcam mais uma vez. Dessa vez ela me permitiu ver sua xoxota totalmente depilada. Isso me deixou com mais tesão. Nesse dia marcamos de nos encontrar dois dias depois para transarmos e saciarmos nosso tesão, mas não conseguimos partir do virtual para o real dessa vez. Ela alegou ter tido problemas para sair de casa, frustrando meus planos de comê-la.

Continuamos conversando quase que diariamente, dizendo sacanagem um para o outro, fantasiando tudo que desejávamos fazer e, quando dava, mostrando via webcam um para o outro.

Demorou algum tempo para ela aceitar mostrar a bunda pra mim e, mesmo assim, quando o fez, foi de forma rápida. Fiquei com a vontade de ver mais e meter naquele rabo grande.

Marcamos um segundo encontro, ao qual novamente ela não compareceu.

Frustrado mais uma vez, comecei a achar que ela queria apenas ficar nessa brincadeira de masturbação via webcam.

Ela disse que teve problemas com o filho e que por isso não pode sair de casa para me encontrar. Dei mais um voto de confiança para a safada, afinal imprevistos acontecem.

Pouco tempo depois, recebi uma proposta para mudar de emprego e falei sobre isso com ela. Ela fixou animada com a proximidade do meu novo emprego. Disse que naquela sexta-feira eu iria à nova empresa e que sairia logo depois do almoço, tendo a tarde toda livre.

Silmara se animou e marcou comigo em frente a uma loja de departamentos após o almoço. Disse que me encontraria e iríamos direto para um motel. Ela queria passar a tarde chupando meu pau e dando pra mim. Aquilo me deixou louco de tesão.

A sexta-feira esperada chegou. Assim que saí da empresa por volta de meio-dia, telefonei para ela. Silmara falou que acabara de chegar do trabalho e que iria comer alguma coisa e se arrumar para me encontrar. Respondi que também iria fazer uma refeição leve e telefonava quando já estivesse no local do encontro.

Por volta de 13 horas telefonei pra informar que já estava em frente à loja. Nesse momento ouvi aquilo que eu não queria. Ela disse que estava com problemas para ir se encontrar comigo e pediu para eu ligar novamente em 15 minutos para saber se ela conseguiria sair.

Deixei passar 20 minutos, que pareceram levar uma hora, antes de telefonar novamente. Para meu desespero ouvi a gravação de celular desligado ou fora da área de cobertura. Esperei mais dois minutos e tentei novamente. Mais uma vez ouvi a gravação. Repeti esse procedimento até as 13h40min, quando me dei por vencido e peguei o rumo de casa.

Passei o sábado conectado, mas ela não apareceu.

Na segunda-feira eu retornei à empresa de onde estava me desligando para cumprir o aviso prévio. Desanimado com o ocorrido, resolvi deixar a webcam em casa.

Silmara só apareceu online por volta de 16 horas. Vi quando ela conectou, mas não a chamei. Logo depois ela me chamou. Respondi como se não houvéssemos marcado um encontro ao qual ela não compareceu.

Ela me informou que estava com problemas de saúde e que passara mal o fim de semana inteiro.

Conversamos um pouco e finalmente resolvi perguntar por que ela não foi. Ela mudou de assunto, como se não quisesse responder. Falei que tentei ligar várias vezes e que sempre dava de cara com a gravação de celular desligado ou fora da área de cobertura. Ela apenas disse que o aparelho estava com problema.

Resolvi mudar de tática e falar que, estando ela enferma, não iríamos poder nos ver, nem pela webcam. Ela respondeu que podia e perguntou se eu queria vê-la. Respondi que sim, mas avisei que havia deixado a minha em casa.

Ela me pediu par aguardar um momento que já iria ficar sozinha em casa. Levou uns 20 minutos até ela me chamar e me convidar para ver sua webcam.

Conversamos um pouco e logo depois ela me mostrou os seios. Meu pau endureceu na hora. Depois ela levantou o vestido e mostrou sua calcinha preta. Animei com a brincadeira e fui pedindo para ela se exibir pra mim. Ela fez um charme e negou alguns pedidos. Se eu não estivesse com tanto tesão, não teria insistido e teria deixado a situação esfriar e até fechado a janela. Mas meu tesão era tão intenso que insisti e pedi que ela se mostrasse e se masturbasse pra mim. Chamei-a de safada, puta, piranha, vagabunda e cachorra. Aos poucos ela foi atendendo meus pedidos.

Silmara se masturbou deliciosamente pra mim, gozando e mostrando-me os dedos molhados de seu suco. Vê-la se masturbar pra mim, assistindo-a enfiar seus dedos naquela xoxota cobiçada, me deixou ainda mais louco de tesão.

Pedi que ela pegasse seu consolo e o enfiasse na buceta para eu ver.  Mas ela negou. Ah como eu queria assistir sua xoxota lisinha engolir seu brinquedinho.

Meu pau latejava dentro da calça. Eu estava a ponto de gozar na cueca. Aproveitei que ninguém me olhava e enfiei meu lenço de algodão dentro da calça, dobrado e bem em cima da cabeça da minha pica. Sabia que com o tesão que estava, acabaria gozando. Meu saco doía.

Pedi a ela que me mostrasse aquele rabo gostoso. Queria vê-la como se estivesse de quatro pra mim. A posição que eu queria que ela estivesse, em cima da cama, dando aquela xota e aquele cu guloso para eu comer. Ela resistiu um pouco, mas atendeu meu pedido e virou de costas pra câmera. Silmara enfiou a calcinha no rabo e abriu a bunda com as mãos. Foi o suficiente para eu gozar e encharcar o lenço de porra.

Contei a ela o que tinha acontecido, mas, sem ter como ver, ela não acreditou muito. De qualquer forma eu estava todo gozado dentro da calça e não mais podia tirar o lenço, sob o risco de molhar cueca, calça e até minha camisa.

Ela disse que queria transar comigo e perguntou se eu poderia na quarta-feira. Respondi que sim e combinamos mais um encontro.

Despedimos-nos, pois meu experiente havia terminado e eu precisava ir embora.

Desliguei o computador e corri ao banheiro.

Abri a calça e constatei o estrago. Meus pentelhos estavam cobertos de porra e o lenço encharcado. Por sorte não vazou e não molhou a cueca. Limpei-me como pude. Dobrei o lenço e o embrulhei com papel-toalha de forma que pudesse guardar na mochila. Não dava pra jogar na lixeira do banheiro ou alguém poderia ver.

Arrumei minhas coisas e saí da empresa.

Já na rua telefonei para Silmara e assim que ela atendeu a chamei de cachorra, safada e puta. Ela ria do outro lado da linha. Disse que estava todo gozado e a culpei por isso. Ela riu e disse que foi um presentinho pra compensar o bolo que havia me dado na sexta-feira anterior. Eu disse que não aguentava mais essa brincadeira de gato e rato, de ficar marcando e ela furando os encontros. Ela disse que isso era excitante, mas eu rebati dizendo que pra mim era muito mais frustrante.

Confirmamos o encontro pra quarta-feira e nos despedimos.

Quando passei pro uma lixeira na rua, me livrei do lenço gozado.

Naquela noite sonhei com a piranha. Sonhei estar metendo em sua bunda e acordei de pau duro. Toquei uma punheta em sua homenagem durante o banho quente e fui para o trabalho, torcendo para ela conectar de manhã e podermos brincar.

Infelizmente ela só conectou quando eu estava em reunião e nem pude conversar. No final do dia, ao constatar que ela não mais iria aparecer online, telefonei para ela. Ela ratificou nosso encontro e disse que já tinha informado ao marido que iria se encontrar comigo para fodermos bem gostoso. Meu pau endureceu instantaneamente. Combinamos de nos ver pela webcam na manhã de quarta-feira e acertar os detalhes para o encontro.

Na quarta-feira ela não apareceu online na parte da manhã. No fundo eu não me surpreendi com isso. Silmara só apareceu online no MSN no meio da tarde. Eu a chamei, mas ela respondeu que não podia conversar, pois havia gente por perto. Pedi que me chamasse quando ela pudesse conversar. Ela respondeu afirmativamente e alguns minutos depois se desconectou.

Faltando 5 minutos pro final do meu expediente, ela não havia conectado novamente e eu já perdera a esperança de que nosso encontro fosse acontecer. Contrariando minha decisão de procurá-la, peguei o telefone e liguei para ela. Silmara atendeu e quando me identifiquei, percebi certa preocupação em seu tom de voz. Perguntei se nosso encontro estava confirmado ou se ela novamente não poderia ir. Ela apressadamente disse que estava saindo de casa para me encontrar. Estranhei porque não havíamos combinado horário e local. Perguntei aonde iríamos nos encontrar e ela devolveu a pergunta. Escolhi uma loja de departamento bem conhecida, próxima ao meu trabalho e disse que a esperaria na porta. Falei que estaria lá em 10 minutos. Ela confirmou e apressou-se em terminar a ligação.

Fiquei bem desconfiado que esse fosse mais um encontro ao qual ela não pretendia comparecer.

Terminado meu expediente, peguei minhas coisas e fui para o local do encontro. Eu não acreditava que ela fosse aparecer, mas resolvi esperar.

Exatamente às 18h20min telefonei para Silmara. O telefone chamou duas vezes e em seguida deu sinal de ocupado, como se ela tivesse recusado a chamada. Insisti e telefonei novamente. Não me surpreendi ao ouvir a gravação de telefone ocupado ou fora da área de cobertura. Nesse momento eu tive certeza que ela havia desligado o telefone para eu não conseguir falar com ela.

Resolvi esperar mais um pouco, só pra ter certeza e minha consciência tranquila. Aguardei até as 18h45min, quando tentei ligar mais uma vez e ouvi a gravação da empresa de telefonia.

Com a sensação de ter feito papel de bobo mais uma vez, tomei o rumo de casa.

Às oito horas da noite tentei ligar de novo, só pra ver se ela já havia ligado seu telefone e ver qual seria sua atitude. Mas o celular continuava desligado.

Na quinta-feira, Silmara apareceu online por volta de 11 horas. Eu a chamei e ela disse que não queria falar porque estava com vergonha. Pedi para ela explicar o que houve. Ela me contou que encontrou com seu marido quando entrava no Metrô para ir ao meu encontro e ele ficou com ciúmes porque ela estava arrumada para se encontrar comigo. Eu pedi que ela abrisse sua webcam e que queria falar ao telefone com ela. Silmara abriu a webcam e me passou o número de sua casa. Telefonei para ela e conversamos enquanto a via pela câmera.

Ela explicou tudo que aconteceu quando encontrou com o marido na estação do Metrô, que discutiram e que ele não tinha motivos pra sentir ciúme, porque eles haviam escolhido levar essa vida de casal liberal e fazer swing, sexo a três e participar de orgias justamente pra apimentar a relação deles. Que não faziam nada escondidos um do outro e que se ele fosse ficar agindo dessa forma que ela iria se encontrar comigo sem ele saber. Aí sim ela estaria chifrando-o e que ela estava decidida a transar comigo com ou sem a autorização dele.

Argumentei que eu não queria causar esse tipo de reação nele e que meu objetivo inicial era participar de um ménage com eles.

Silmara respondeu que eu não me preocupasse com isso. Disse que também queria fazer o ménage, mas antes queria fazer sexo comigo sozinha.

Eu expliquei que esse era o motivo pelo qual eu gostava de marcar ao meio-dia com mulheres casadas. Ela disse que para a quinta-feira não dava por já ter muitos compromissos, mas que queria se encontrar comigo na sexta-feira, ao meio-dia, no mesmo local que marcamos o encontro de quarta-feira. Eu disse que pra mim estava perfeito e marcamos mais um encontro que ela prometeu não faltar.

Desligamos o telefone e ainda conversamos mais um pouco pelo MSN.

Novamente fiquei cheio de tesão e resolvi me dar e dar a ela a última chance para transarmos. Se dessa vez ela novamente não aparecer, é porque não é pra ser.

Meu pau só amoleceu depois que ela desconectou. Essa safada consegue mexer comigo.

Por volta de 16h30min tive certeza que o dono da empresa não iria aparecer, então telefonei para Silmara e informei que, se ela quisesse, dava pra ela ir me encontrar no trabalho após o expediente ou para, pelo menos, brincarmos online, pois os outros funcionários iriam embora e eu ficaria sozinho para fechar a empresa. Ela se animou com a notícia e disse que achava que iria sair do trabalho após 17h30min. Disse que iria correndo pra casa pra nos vermos online. Fiz a proposta a ela, de vir encontrar comigo na empresa e, inicialmente ela gostou. Combinamos que ela me telefonaria pra avisar quando saísse do trabalho.

Faltando cinco minutos para encerrar o expediente, telefonei novamente para ela, para saber se ela havia decidido ir pra casa. Ela me informou que ainda estava no trabalho. Perguntei se ela achava que ainda daria pra ela vir ao meu encontro. Silmara respondeu que não tinha certeza. Achava que em mais quinze minutos saía do trabalho. Respondi que daria pra esperar esses quinze minutos. Ela ficou então de ligar quando já estivesse a caminho do Metrô.

Aproveitei o momento para ler meus emails e arrumar minhas coisas. A sexta-feira seria meu último dia na empresa.

As 18h30min ela ainda não havia me ligado. Como eu sabia que após as 19h seria complicado para ela entrar no prédio, pois os portões seriam baixados, decidi abortar o encontro. Mesmo estando com o tesão no máximo, dei ouvidos à razão.

Meu pau latejava dentro da calça e meus testículos doiam. Sabia que se naquele momento a safada abocanhasse meu pau, não levaria cinco minutos pra gozar e encher sua boca de porra. Mas as chances daquilo acontecer haviam se extinguido. Junto com elas a chance de comer a vadia em cima da mesa de reunião e sentado em minha cadeira, pois certamente eu não mais teria as chaves da empresa ao término do expediente do dia seguinte.

Recolhi minhas coisas e saí.

Tentei ligar para avisá-la que mesmo que ela já estivesse saindo do trabalho, a quinta-feira estava perdida. Ouvi o som do telefone chamar duas vezes antes do sinal de ocupado, indicando recusa no atendimento. Quis crer que ela não estava podendo falar naquele instante e esperei uns minutos antes de tentar novamente.

Quando finalmente consegui falar com Silmara, avisei que já estava a caminho de casa. Ela ainda estava no trabalho. Perguntou-me então se eu havia enviado essa história para seu email e eu confirmei, dizendo que havia enviado o texto atualizado até o momento de nossa conversa pela manhã. Ela disse que faria uma foto especial para mim e a anexaria em resposta ao email. Prometi enviar de volta uma foto minha, especialmente feita para ela.

Perguntei se estava de pé o encontro na sexta-feira ao meio-dia. Ela confirmou. Disse que estaria online de manhã no trabalho e que se ela també pudesse conectar, brincaríamos um pouco pela webcam como aquecimento para a tarde.

A sexta-feira amanheceu chuvosa. O trãnsito estava caótico O centro do Rio um caos. Só consegui chegar ao trabalho as 9h40min. Liguei para Silmara assim que cheguei. Perguntei se mesmo com chuva ela iria ao encontro. Ela respondeu estar animada, mas não deu certeza. Eu praticamente não acreditava que ela fosse comparecer. O jeito era torcer pra chuva parar até a hora marcada.

Entrei em meu email pra verificar se Silmara havia respondido minha mensagem e, o que mais eu queria, ver se ela havia enviado a foto prometida. Decepção total. Mas eu já esperava por isso. Estava ficando calejado.

Faltando quinze minutos, telefonei para ela para saber se o encontro estava confirmado ou não. Estava cansado de perder meu tempo. Chamou por cinco vezes antes de eu deziztir. Esperei mais um pouco e tentei novamente quando só faltavam cinco minutos. Não me surpreendi ao ouvir a gravação de celular desligado ou fora da área de cobertura. Agora eu tinha certeza que ela não iria aparecer.

Meio-dia fui almoçar e dei por encerrada minhas esperançar de transar com Silmara.

Por volta das 16h30min Silmara apareceu online. Resolvi chamar e falar com ela como se não tivesse chateado. Ela me atendeu e disse que estava sozinha. Imediatamente abri sua webcam e ela aceitou.

Assim que comecei a vê-la, mandei que ela tirasse a roupa, pois queria vê-la nua. A safada levantou a camisa e me mostrou os seios. Eu disse que queria mais, queria ela toda nua. Silmara tirou o short que estava usando e me deixou ver sua xoxota. Pedi que levantasse e me mostrasse a bunda e ela atendeu.

Meu pau já estava latejando, mas eu não estava sozinho.

Ela disse que queria me ver. Respondi que o patrão já estava de saída e que logo eu abriria minha webcam para ela.

Enquanto isso não acontecia, ela continuou se exibindo pra mim e fazendo tudo que eu pedia.

A piranha ficou de quatro pra mim, na cama, e enfiou seu consolo na xoxota, como eu pedi.

A visão daquele bundão cobiçado com o membro de borracha enfiado na xota me enlouqueceu. Meu pau latejava.

Assim que o patrão saiu, peguei a cam e fui pro banheiro. Toquei uma deliciosa punheta que culminou num gozo farto, tomando o cuidado de filmar tudo para Silmara assistir.

Quando retornei do banheiro ela me disse ter gozado junto comigo.

Depois dessa última loucura no trabalho, me masturbei mais algumas vezes na cam para ela ver.

Continuo conversando com Silmara no MSN e, quando possível, nos vemos na webcam. Ela conta seus encontros com outros homens e reafirma o desejo de me encontrar um dia. Por enquanto ela faz parte apensa da relação de amigas virtuais que gostam de brincar pela webcam mas que nunca vão para o encontro real. Vamos ver o que o futuro nos reserva.

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