Antenção!

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Scheila da Qualidade

Em 2003 eu trabalhava numa consultoria que prestava serviço para uma empresa sediada no Centro do Rio de Janeiro, que possuía um departamento responsável por melhorar e garantir a boa qualidade do produto, o Departamento de Qualidade.

Eu não tinha muito contato com esse departamento, mas como a área em que atuo sempre está envolvida com todas as outras áreas da empresa, acabei tendo contato com a responsável pelo setor. Scheila me foi apresentada como gerente do departamento composto por mais quatro mulheres e um homem. Morena, rosto quadrado, cabelos encaracolados, olhos pretos como os cabelos, cerca de 1,60 metros de altura, coxas grossas e roliças, um traseiro de fazer inveja a muitas mulheres, seios médios e firmes e barriguinha saliente, que era o motivo de toda a insatisfação dela com seu corpo. Ela não chegava a ser gorda, pois a cintura fina escondia o fato de ser um pouco barrigudinha quando vista de costas. Na verdade, por esse ângulo, sua bunda é quem chamava atenção.

Comecei a trabalhar em contato diretamente com ela quase todos os dias para atender as solicitações do setor de qualidade. Mas nosso contato continuava apenas no âmbito profissional.

Um dia eu estava compenetrado no trabalho sem sequer ver a hora, quando meu ramal tocou. Atendi e a voz de Scheila, que por sinal era muito sensual, saiu pelo fone me perguntando se eu não iria almoçar. Só então percebi que já eram 12h15min. Perguntei como ela sabia que eu ainda não tinha saído para o almoço. Ela respondeu que não sabia e explicou que estava sem companhia para comer, pois todos do seu setor já haviam saído e ela ficado para terminar um relatório. Como havia acabado e iria almoçar sozinha, resolveu ligar para mim e ver se eu ainda estava trabalhando. Eu exclamei um "Ah! Tah!" imaginando onde ela queria chegar. Mas ela não perdeu tempo e me perguntou se eu a acompanharia no almoço. Sem ver outros interesses no convite, respondi que a acompanharia.

Encontrei com ela na recepção da empresa e fomos para o restaurante que eu costumava almoçar. Ela deixou sob minha responsabilidade escolher onde comeríamos.

Quando chegamos, pedi mesa para dois e rapidamente fomos acomodados. A pesar do horário e do restaurante estar cheio, havia lugar para nós.

O garçon trouxe o cardápio. Como eu já sabia exatamente o que queria, o deixei sobre a mesa. Scheila disse que nunca havia almoçado ali e perguntou o que eu lhe sugeria. Perguntei então o que ela preferia: carne, peixe, frango ou massa. Scheila disse que estava com vontade de comer um suculento bife. Disse-lhe então que o contra-filé a Osvaldo Aranha deles era muito bom e que se ela quisesse, poderíamos pedir um prato para dois. Eu pretendia pedir meio galeto na brasa com arroz branco e batatas portuguesas, mas mudaria minha escolha para acompanhá-la. Ela colocou o cardápio sobre a mesa e disse que confiaria em minha escolha Chamei o garçon e fiz o pedido.

Conversamos sobre vários assuntos, Scheila mostrou-se ótima falante e desandou a falar de si. Eu me limitava a ouvir e responder quando ela perguntava algo. Em dado momento ela falou algo sobre seu marido, mas nem me lembro o que exatamente. Só lembro que nesse momento me surpreendi, pois ela não usava aliança, então eu não esperava que houvesse um. Relatei minha surpresa e ela riu.

Scheila explicou que não gostava de aliança e que na verdade não era casada de "papel passado", como ela disse.

Nesse momento fui mais atirado e, em tom de brincadeira, disparei:

- Isso significa então que se eu estivesse interessado em você, estaria frustrado e teria de desistir de uma investida.

Me surpreendi ainda mais quando ela mandou a seguinte resposta:

- Concluiu errado. Um dos motivos de eu não gostar de aliança é que afasta os homens mais interessantes. A maioria dos bons amantes não dão em cima das casadas.

- Por sua metodologia eu seria classificado como um amante ruim então. Porque eu dou em cima de casadas, mas uso uma abordagem diferente. - Devolvi com um sorriso.

- Se enganou de novo. A maioria não significa todos e eu não poderia classificar você sem antes experimentar. - Respondeu e abriu um largo sorriso.

Scheila era uma mulher resolvida e estava demonstrando que quando se interessava por um homem, seu compromisso ou o dele não eram obstáculo para ter o que queria.

Senti que nosso joguinho podia render bons frutos e resolvi arriscar.

- Então seu compromisso não seria problema caso role interesse mútuo em nos conhecermos melhor?

- Nenhum problema. Basta nós dois querermos nos conhecer melhor. Mas eu tenho restrições e regras que precisam ser cumpridas para que isso ocorra.

- já que estamos falando abertamente, vou confessar uma coisa:

- O que?

- Quando fui apresentado a você, achei você atraente e sensual. Se você tivesse me sido apresentada em outro lugar e de outra forma, eu já teria tentado outro tipo de aproximação. Mas como você foi apresentada em condições de trabalho, mantive a distância profissional exigida.

- Foi justamente isso que me atriu curiosidade em você. - Ela confessou interesse em mim. - Você me tratou educadamente e de forma profissional. Não me tratou como um pedaço de carne e nem me comeu com os olhos quando nos conhecemos. Nesse tempo tivemos pouco convívio, mas você sempre foi educado e nunca deu em cima de mim. Sei que não sou nenhuma gostosona, mas o mais comum é os homens virem logo de grcinha.

- Não dava pra eu me insinuar pra você. Nosso convívio sempre foi apenas a trabalho. Nunca tivemos a oportunidade de uma conversa como essa, antes.

- Eu sei. Por isso convidei você pra almoçar hoje.

- Hum! &ntão você já estava de más intenções comigo? - Brinquei.

Scheila riu e não respondeu.

Descobrimos o interesse mútuo durante o almoço. Combinamos então ter uma conversa mais direta em outra oportunidade, mas uma coisa ficou bem acertada entre nós: dentro da empresa nosso contato seria só profissional e não poderia transparecer nosso envolvimento.

Somente três dias depois conseguimos almoçar juntos novamente. Mas não saímos juntos para não levantar qualquer suspeita. Eu saí antes e fui direto pro restaurante. Ela me encontrou dez minutos depois.

Sem rodeios, mas de forma bem discreta, Scheila expôs suas exigências para que pudéssemos realizar nosso desejo sexual. Ela era uma mulher decidida, precavida e parecia não ser novata no assunto. Ela exigiu que dentro da empresa não haveria sequer olhares entre nós. De forma alguma poderia surgir suspeitas de nosso envolvimento. Combinamos que nos falaríamos apenas por nossos celulares pessoais para marcar encontros. Não podíamos usar os ramais, pois o dela era gravado. Além disso não nos telefonaríamos nos fins de semana, a noite ou quando um dos dois faltasse ao trabalho ou estivesse de folga, para não correr o risco de estarmos juntos de nossos conjuges. Na rua não andaríamos de mãos dadas nem abraçados para não corrermos o risco de sermos vistos.

Durante o almoço combinamos que depois do expediente ela me aguardaria na av. Chile, em frente ao prédio do BNDES e que eu a apanharia de taxi para irmos ao motel e matar nosso desejo.

Conforme combinado ela me telefonou assim que saiu do prédio. Não precisei atender, bastou identificar seu número no bina do celular. Esperei dez minutos e saí. Chamei um taxi e comandei a viagem.

Scheila estava em pé no local combinado. O taxi parou. Ela entrou rapidamente. O taxista seguiu viagem para o motel.

Já dentro do quarto, ela me abraçou e nos beijamos.

Scheila pareceu sedenta de sexo. Ela chupou minha língua com voracidade durante o beijo. Ela também tratou logo de abrir minha blusa.

Vi que ela estava apressada em livrarnos de nossas roupas e a ajudei.

Quando já estávamos só de roupas íntimas, a abracei com força e apalpei sua bunda grande. Ela vestia uma calcinha minúscula, o que me proporcionou mais tesão. Tirei seu sutiã e abocanhei seu seio esquerdo. Ela apertou meu pau por cima da cueca e gemeu.

Scheila se livrou de mim, tirou rapidamente a calcinha, revelando uma linda xoxota de pelos aparados e delineados no formato de um pequeno triângulo negro. Aproximou-se e abaxou-se em frente a mim. Segurou minha cueca e baixou-a até os pés. Meu pau saltou duro em frente a seu rosto. Ela então segurou meu pau com as duas mãos e olhou fixamente para ele, como que examinando-o.

- Gostei. - Limitou-se a dizer, pondo-se de pé em seguida.

Sem largar meu pau, guiou-me até o banheiro, quando só então o largou. Scheila regulou as torneiras da duacha para que a água para não ficasse nem fria e nem muito quente e entrou, puxando-me para dentro - desta vez pela mão.

A safada pegou o sabonete e ensaboou meu pau, lavando-o cuidadosamente. Depois fez o mesmo com sua xoxota e cu. Fechou o registro, abriu a porta do box, pegou uma toalha e secou-se. Em seguida jogou a toalha sobre meu ombro, saiu o box e disse:

- Espero você na cama. Não demora.

Ela saiu do banheiro e rapidamente me sequei.

Quando retornei ao quarto, ela estava deitada na cama, de pernas aberta, masturbando-se.

Meu pau pulsava e com aquela cena, fiquei ainda mais excitado.

Scheila olhou para mim e disse:

- Vem, tesão. Estou louquinha por sua língua aqui na minha xoxota.

Arrastei-me pela cama, em sua direção. Deitei de bruços entre suas pernas e caí de boca naquela xoxota cheirosa. Scheila segurou meus cabelos e afundou meu rosto ainda mais entre suas pernas. Minha língua trabalhou habilmente em seu grelo até fazê-la gozar. A cachora gritou quanto atingiu o orgasmo, agarrando meus cabelos com força e apertando meu rosto entre suas pernas. Porém não dei trégua e continuei chupando sua xoxota. Ela gozou seguidamente até não aguentar mais e me soltar.

Então eu fui subindo, lambendo e beijando, passando por seu ventre e sua barriga até chegar em seus seios. Ela deitada, exausta a imóvel, respirava profundamente e gemia baixinho.

Enquanto eu chupava seus seios e mordia os mamilos, ela foi recuperando o fôlego e aos poucos ela foi se mexendo.

Novamente ela entrelaçou seus dedos em meus cabelos e, quando já estava recuperada, puxou-me para o lado e girou seu corpo, fazendo com que eu ficasse por baixo dela.

Scheila foi descendo, deslizando seu corpo sobre o meu e beijando minha pele enquanto descia. Quando finalmente chegou onde queria, segurou meu pau entre as mãos e começou a lamber a cabeça. Depois a vadia abocanhou meu pau como uma cadela faminta e começou a chupar com vontade. Ela lambeu, chupou, mordeu e bateu com meu pau em sua língua e rosto por um tempo. Em alguns momentos ela brincava com meu pau e olhava para mim com cara de menina travessa. Eu adorei aquela brincadeira.

Depois de saciar sua vonta de chupar, Scheila pegou uma camisinha e vestiu meu pau. Em seguida a piranha sentou sobre ele e o fez desaparecer dentro de sua vagina. Então ela apoiou as mãos em meu peito e começou a me cavalgar. Deixei ela brincar de amazona até cançar e cair deitada a meu lado.

Então foi minha vez de vir por cima dela. Cravei novamente meu pau em sua xoxota e meti com vontade. A cada estocada ela soltava um gemido.

Scheila segurou os joelhos dobrados enquanto eu metia fundo em sua vagina. Quanto ela gozou na posição de frango assado, senti os músculos de sua vagina comprimirem meu pau. Por pouco não gozei.

Ela já estava entrege e aproveitei para tirar meu pau de dentro dela e virá-la de bruços na cama. Ergui seu quadril, deixando-a com a bunda empinada. Tornei a enfiar meu pau em sua xoxota. Enfiei um travesseiro sob seu ventre para ela ela permanecesse com a bunda empinada. Depois estiquei meu braço e peguei outra camisinha. Sem tirar meu pau de dentro dela, desembalei o preservativo.

Como que adivinhando o que eu queria fazer, Scheila pediu:

- Mete no meu cu, cachorro? Quero dar a bunda pra você.

Sem responder, tirei meu pau de dentro dela e troquei a camisinha. Ela aguardou parada e em silêncio.

Abri seu bundão com as mãos e vi seu ânus convidativo. Aquela bunda grande escondia seu botãozinho, mesmo estando ela de bruços e com as pernas abertas. Eu tinha de separar as nádegas para poder apreciar o cu. Acho que ela percebeu e abriu a própria bunda com as mãos, convidando-me a enrabá-la.

Passei o dedo indicador em seu ânus, que se contraiu ao toque. Então me abaixei e lambi seu cuzinho, deixando-o bem molhado. Ela se arrepiou.

Me posicionei para finalmente meter naquele rabão e ela pediu:

- Vai com carinho porque eu nunca dei.

- Só relaxa e deixa eu fazer gostoso. - Respondi.

Encostei a caneça do pau no cuzinho e fiz pressão. O ânus de Scheila foi se abrindo e deixando meu pau entrar. Quando a cabeça passou, parei. Ela suspirou e gemeu.

- Se doer, grita.

- Hum, hum. - Fez que sim a cachorra, mordendo o lábio inferior.

Comecei a enfiar o pau. Ela fechou os olhos e gemeu. Quando já estava metade dentro, parei e comecei a tirar.

- Não tira. Enfia tudo. - Pediu.

Atendi o pedido da piranha e meti meu pau todo em seu rabo. Segurei em sua cintura e comecei a fazer o vai e vem em seu rabo.

- Aaaah! Mete cachorro. Mete no meu cu. COME MEU RABO, SEU PUTO. - Gritou.

Eu meti com vontade e a puta gritava me xingando e pedindo para eu arrombar seu rabo. Não dava pra acreditar que era a primeira vez que ela era sodomizada. Em conversa posterior ela confidenciou que tinha muita vontade de fazer sexo anal, mas nunca tinha confiado em deixar alguém fazer.

Em dado momento eu tirei meu pau de dentro do cu de Scheila e vi o buraco aberto. Ela gritou pedindo para eu meter de volta. Mas eu esperei o ânus se fechar para enfiar meu pau novamente. Enfiei tudo e voltei a tirar. O cu da piranha estava tão relaxado que ficava aberto quando eu tirava meu pau de dentro dele. Repeti essa brincadeira de enfiar e meter algumas vezes. Por fim, meti meu pau até o fundo e dei um tapa na bunda da vadia.

- Ai, cachorro. - Gemeu. - Só toma cuidado pra não deixar minha bunda marcada. - Pediu.

Dei mais um tapa e voltei a foder seu rabo.

- Fode, cachorro... Ai, vou gozar... Que tesão!

Eu meti até o fundo e fiquei parado.

- VOU GOZAR, PORRA! - Gritou.

A vadia gozou com meu pau no cu. Eu a acompanhei e explodi em gozo.

Depois eu retirei o travesseiro debaixo dela e deitei sobre seu corpo, sem tirar meu pau de dentro do seu rabo.

Ficamos parados por um instante até que meu pau começou a ammolecer e foi saindo de dentro de seu ânus.

Saí de cima dela e deitei a seu lado.

Scheila esticou o braço e pegou seu relógio de pulso.

- Puta que pariu! Como a hora passa rápido quando a gente tá se divertindo. Já são oito e meia. Tenho que voar. - Disse e saltou da cama, indo direto pro banheiro.

Levantei, tirei a camisinha, dei um nó e joguei no lixo.

Scheila tomou um banho só pra lavar a bunda e a xoxota. Não queria chegar em casa com "cheiro de sabonete de motel", como ela disse.

Enquanto ela se arrumava, joguei uma água no corpo.

Pedimos a conta e saímos. Andamos juntos até próximo ao ponto final do ônibus que ela pegou para voltar pra casa e dali nos separamos.

Continuamos transando por mais alguns meses, até que o contrato da consultoria acabou e eu fui deslocado para outro cliente, distante do centro do Rio. E em todas as vezes ela me pediu para ser enrabada. Logicamente que eu atendi seu pedido e satisfiz seu desejo. Scheila passou a gostar tanto de ser sodomizada que em uma de nossas transas ela não me deixou penetrar sua vagina e disse que, naquele dia, queria só na bundinha.

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