Em fevereiro de 1992 fui convidado por um amigo para um churrasco no condomínio onde ele morava.
Eu era jovem e estava sem namorada fiza haviam 6 meses, sendo que desde o reveillon vinha transando semanalmente com uma mulher casada, ajudando-a a enfeitar a testa de seu marido, como ela dizia.
O fato é que como não tinha nada pra fazer naquele fim de semana, aceitei o convite e fui ao churrasco. Entrei com minha parte para comprar carne e cerveja e ajudei nos preparativos. O churrasco foi muito legal. Conversei com várias pessoas e me diverti bastante.
Já no fim do dia, fui apresentado a Chrystina uma morena de 1,60m, 2 anos mais nova que eu. Ela tinha um corpo tipo violão, com cintura fina e quadril largo. Seus seios eram volumosos, sem serem grandes. Ela era vizinha do amigo que me convidou.
Eu e ela conversamos um bom tempo e rolou uma química entre nós. Convidei-a para sair ainda naquela noite e pegar uma boate, ao que ela aceitou. Quando me despedi para ir em casa tomar um banho e me preparar para o encontro, comentei com meu amigo. Ele se limitou a dizer: "ela fode gostoso". Fiquei animado.
Encontrei com Chrystina por volta das 21 horas, em frente ao condomínio e tivemos uma noite agradável, que não resultou em sexo, mas foi proveitosa, com muitos beijos e amassos.
Quando a deixei em sua casa, ela me perguntou se eu a veria no dia seguinte. Combinamos então de eu encontrá-la do domingo à tarde para "ficarmos juntos".
Na tarde de domingo não fizemos nenhum programa, só ficamos conversando no playground do condomínio e o assunto apimentou.
Ela me confidenciou ter perdido a virgindade com seu primeiro namorado, mas, não sabia dizer se por inexperiência de ambos, nunca tiveram uma grande foda. Disse que descobriram o sexo juntos e foram o primeiro, um do outro.
Chrystina se revelou meio frustrada com relação a sexo. Disse que suas amigas contavam sobre fabulosas trepadas e que morria de inveja. Disse-lhe então que eu já tinha bastante experiência no assunto e confessei que até o fim de semana anterior eu estava transando com uma mulher casada. Ela achou aquilo interessante e perguntou seu eu transava com ela em sua casa. Respondi que não e expliquei que íamos pra moteis. Ela então me confessou nunca ter entrado em um.
No final da tarde nossas gargantas estavam secas de tanto que conversamos - e meus testículos doíam de tanto tesão que eu estava. Chrystina então disse que queria beber água e perguntou se eu estava com sede. Respondi afirmativamente. Então ela me convidou a subir até seu apartamento para bebermos água.
Aproveitei o momento de solidão do elevador para agarrá-la e beijá-la. Nesse momento minha mão aproveitou para apertar sua bunda. Ela não impediu meus avanços.
Quando entramos no apartamente, descobrimos que não havia ninguém. Ela concluiu que seus pais haviam saído e levado sua irmã mais nova com eles.
Aproveitamos o momento para um amasso mais íntimo ,sentados no sofá da sala. Chupei os seios de Chrystina e ela apertou meu pau por cima da calça.
Convidei-a então para ir a um motel, mas disse que queria receber esse convite no sábado seguinte, pois estava menstruada e queria que o momento fosse maravilhoso. Ficamos então só nos amassos.
Esperei ansioso pelo fim de semana seguinte.
No sábado peguei Chystina na porta do condomínio e partimos para o motel.
O tesão era tão grande que arrancamos nossas roupas assim que entramos na suíte.
Deitei minha morena na cama e, lentamente fui lambendo sua barriga. Aos poucos foi descendo até chegar em sua virilha. Ela estava completamente molhada. Passei minha mão em seus pelos e aproximei meu rosto de sua vagina. Ela gozou rapidamente com minha boca em seu sexo. Continuei chupando-a por mais algum tempo até ela ter gozada mais três vezes. Ela já estava mole de tanto gozar.
Posicionei-me sobre seu corpo e tentei a penetração, mas não foi possível na primeira tentativa. Sua vagina era apertada demais. Por mais que eu tentasse enfiar, não conseguia. Cheguei a suspeitar que ela fosse virgem. Pedi que ela virasse de bruços e tentei enfiar em sua xoxota nessa posição. Por um erro de cálculo, meu pau estava encostada em seu ânus e não na entrada de sua vagina quando comecei a empurrar. Ela deu um gemido mais alto e imediatamente eu parei.
Perguntei se estava doendo.
Ela disse que não, mas falou que queria que eu tentasse enfiar na frente primeiro. Só então percebi que eu estava a ponto de enrabá-la sem sequer prepará-la para o sexo anal.
Pedi desculpas e expliquei que não tinha percebido que estava tentando penetrar o "lugar errado". Ela riu e disse que já tinha feito sexo anal antes, que na verdade já tinha dado várias vezes para o namorado de sua irmã e que até gostava de dar a bunda. Mas ela queria sentir meu pau dentro da vagina, pois só tinha feito assim uma vez, quando perdeu a virgindade.
Ela confidenciou que nunca havia gozado tanto e que estava adorando tudo que eu fazia. Disse ainda que adoraria dar o cuzinho pra mim, se eu o desejasse. Respondi que adoraria comer sua bundinha, mas antes iria explorar o interior de sua xoxotinha. Ela riu.
Pedi que deitasse de costas na beira da cama, com as pernas para fora. Ela atendeu. Fiquei em pé entre suas pernas. Pedi que ela as erguesse e as apoiasse em meus ombros. Ela obedeceu. Posicionei meu pau em sua xoxotinha e, lentamente, fui penetrando. Só consegui enfiar dois terços, pois ela tinha o canal vaginal curto e não dava pra entrar tudo. Isso não foi problema para uma transa deliciosa. Chrystina gozou mais duas vezes, assim.
Não era difícil descobrir quando ela gozava. Ela gemia alto, seu corpo todo tremia e sua vagina particamente mastigava meu pau.
Vendo que eu ainda não tinha gozado, ela perguntou se agora eu queria comer sua bunda. Respondi com outra pergunta. Perguntei se era aquilo que ela queria. Ela disse que queria me proporcionar o mesmo prazer que eu havia dado a ela. Disse então que, se ela quisesse, adoraria sentir sua boquinha acariciar meu pau. Ela sorriu e disse que adoraria.
Ela pediu que eu deitasse na cama e relaxasse. Atendi o pedido.
Chrystina pegou meu pau e debruçou-se sobre mim. Senti sua língua lamber a cabeça e deslizar em volta. Depois ela colocou a cabeça na boca e começou a chupar. Deixei a morena mamar gostoso e percebi que logo iria gozar. Segurei seus cabelos e fechei os olhos. Ela percebeu que eu estava pronto pra gozar, mas não interrompeu a chupada. Gozei todo o leite acumulado em sua boca. Ela se assustou e tirou a boca do meu pau no exato instante que saía o segundo jato. Mas logo ela abocanhou de novo e me deixou gozar até o final dentro de sua boquinha gulosa.
Ela manteve a boca em meu pau por algum tempo depois de eu ter terminado de gozar. Quando meu pau começou a amolecer em sua boca, ela foi tirando lentamente, sem deixar o esperma escorrer. Vi que ela engoliu tudo que estava em sua boca e seu queixo estava melado do segundo jato. Chrystina passou a mão no queixo e o limpou. Então sentou-se e sorriu pra mim.
Depois de limpar a mão no lençol, debruçou-se sobre mim e com sua boca junto a meu ouvido, sussurrou: "agora eu quero esse pau todo dentro do meu cuzinho".
Segurei seus cabelos e puxei sua cabeça pra cima. Com seu rosto junto ao meu, disse: "vou arrombar esse cu guloso, sua puta". E beijei sua boca.
Coloquei a safada de quatro na beira da cama, passei saliva em seu rabo e encostei o pau na entrada do cu. Ela respirou fundo e disse: "mete gostoso".
Meu pau foi entrando com certa facilidade. A piranha estava acostumada a dar a bunda. Foi mais fácil meter no rabo que na xota da vadia. Em pouco tempo meu pau estava todo dentro do seu cu. Aos poucos, fui comecei a fazer o movimento de vai e vem em seu rabo. Fodi o cu de Chrystina como nunca havia fodido o de nenhuma outra mulher. Comi aquela bunda de diversas maneiras: de quatro, de bruços, deitada de costas com as pernas em seu ombro, em pé, no alto, sentada sobre minha pica e de formas que nem me lembro. Meu pau saía e entrava com facilidade em seu cu.
Gozei duas vezes comendo aquela bunda gulosa antes de tomarmos um banho juntos.
No chuveiro ela ainda mamou mais uma vez meu pau, me fazendo gozar pela quarta vez. Foi delicioso, mas o quarto gozo foi dolorido.
Saí do motel com os testículos doendo de tanto gozar.
Ela adorava dar o cu e toda vez que eu gozava em sua boca, fazia questão de engolir. Transei com Chrystina todo final de semana do ano de 1992. Era quase como ter uma namorada fixa, mas nosso interesse mútuo era somente sexual. Quando ela estava menstruada, fazia questão de mamar ou dar o rabinho pra mim, mas não deixava de receber meu leite.
Também conversávamos bastante e ela me contou sobre as vezes que deu a bunda para o namorado de sua irmã e suas fantasias de transar com dois homens ao mesmo tempo, coisa que nunca chegamos a fazer.
No Carnaval de 1993 ela resolveu que estava na hora de dar pra outro e nunca mais transamos, mas uma puta deliciosa durante o tempo que a comi.
Nenhum comentário:
Postar um comentário