Este post é uma continuação de Casal Oliveira - O marido voyeur
Durante o almoço, contou que depois que eu saí, comeu o cu da esposa e que seu pau entrou fácil. Disse que quando viu seu pau entrando, lembrou do meu arrombando o delicioso rabo dela. Daí não resistiu e gozou rápido, enchendo o ânus de Marcia de porra.
Novamente ele fez questão de pagar o almoço e ao me despedir ele disse que a Marcia queria que eu fosse almoçar na casa deles no dia seguinte. Eu aceitei o convite e ele ficou de me ligar de manhã pra ajustarmos os detalhes.
Meia hora depis o meu ramal tocou. Era Marcia toda animada por eu ter aceito o convite.
No dia seguinte fui junto com Oliveira até seu apartamento. Marcia tinha preparado o almoço para nós três. Mas antes de sentarmos para almoçar, ela me arrastou até o quarto e o marido nos seguiu.
Como o horário de almoço era curto, não dava pra perder tempo. Então tiramos a roupa. A piranha foi logo pegando meu pau e pondo na boca. Eu a segurei pelos cabelos e puchei sua cabeça pra trás. Então eu peguei meu pau com a outra mão e bati com ele em seu rosto. Depois eu dei um tapa em seu rosto e ela pediu mais. Dei mais dois tapas e mandei ela ficar de quatro. A piranha obedeceu, vesti uma camisinha e meti em sua xoxota. Sem rodeios comecei o vai e vem com vontade, socando com força. Em segundos ela estava urrando.
Oliveira se marturbava alucinadamente, ao lado da esposa, vendo-a ser fodida por mim.
Segurei os cabelos de Marcia e puxei sua cabeça para trás. Cavalgando a potranca, mandei Oliveira enfiar o pau em sua boca. Sem se opor, o corninho enfiou seu pau na boca da puta. A vadia começou a chupar o pau do marido enquanto eu cravava o meu em sua boceta.
O corno não aguentou muito tempo e encheu a boca da esposa de porra. Marcia gozou em seguida e sentindo sua boceta estrangular meu pau, também gozei.
Tomei uma ducha rápida com enquanto Marcia arrumava a mesa para almoçarmos. Quando retornei à sala, Oliveira já estava vestido e sentado à mesa enquanto Marcia, apenas de avental, trazia as travessas com a comida.
Oliveira me convidou para sentar e me servir.
Marcia se juntou a nós, ainda nua. O lado de seu rosto estava esbranquiçado pelo esperma ressecado de seu marido. Ela sorriu pra mim e disse:
- Espero que você goste.
- Se a comida for tão boa quanto a cozinheira... - Respondi.
- Você me acha gostosa? - Ela sorriu.
- Deliciosa.
- Fica ainda mais gostosa quando você a está comendo. - Disparou Oliveira.
Nesse dia eu desejei poder ter mais tempo de almoço.
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