Antenção!

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Bel Morena Casada - Lábios de Mel

Em 2006, por volta do mês de maio, tive o prazer de encontrar o perfil de Bel no Orkut. Ela usa a alcunha de Lábios de Mel. Seu perfil não possuía fotos, apenas o avatar de um lindo sorriso de lábios aparentemente deliciosos de beijar.

Encantado com o perfil da morena, pedi a autorização de tê-la como amiga.

Não demorou muito para receber a autorização dela e começar a trocar comentários com ela.

Bel pediu meu contato na rede de mensagens instantâneas Windows Live Messenger (MSN). Pouco depois piscava uma solicitação de adição de contado de Bel Morena Casada em minha tela. Aceitei e começamos a conversar mais diretamente.

Tudo isso aconteceu em um único dia.

Ela me confidenciou ser casada, mas que seu marido não tinha conhecimento daquela conta de MSN e muito menos do perfil no Orkut.

Questionei se ela já havia traído seu marido e ela respondeu afirmativamente, mas que isso acontecera já havia bastante tempo. Contou então que o caso havia acontecido durante uma viagem que ela havia feito sozinha e que foi apenas uma vez.

Entramos no ramo das fantasias sexuais e ela disse ter muita vontade de transar com um casal e experimentar o bissexualismo feminino, mas que não achava que teria coragem de ser ativa na relação logo no início.

Eu estava excitado com nossa conversa e continuei bombardeando-a de perguntas, que ela respodia pacientemente.

Fiquei sabendo de todas as suas fantasias e do jeito que ela gostava de fazer sexo.

Perguntei se ela tinha fotos que eu pudesse ver e ela me mostrou algumas fotos sensuais, mas nenhuma totalmente nua e nem pornográficas. Disse que tinha vergonha por estar fofinha. Disse-lhe que o fato dela ter atributos físicos rotulados pela sociedade como inadequados em nada me incomodaval. Expliquei que, muito pelo contrário, tenho um fetiche especial por essas mulheres menosprezadas por muitos homens e, em grande parte, por elas mesmas.

Bel pediu para ver algumas fotos minhas. Disse que na grande maioria das fotos eu estou nu ou fazendo sexo. Ela quis ver.

Enquanto eu lhe mostrava as fotos, Bel tecia comentários. Ela elogiou meus atributos sexuais e se disse excitada com minhas fotos.

Mantivemos contato por MSN durante um longo período, conversando quase que diariamente.

Aos poucos fomos criando intimidade e nossos papos já não eram apenas sobre sexo e envolviam muito de nossas vidas pessoais. Quando menos percebi, sentia por ela uma amizade verdadeira, mas o desejo sexual por ela continuava vivo. O mesmo acontecia com ela, tanto que quando ela resolveu abandonar a conta de MSN que usava para conversar com os homens que ela conhecia via internet, Bel adiciou-me em seu MSN pessoal.

Durante os meses que passaram e instiguei suas fantasias. Contei a ela totas as minhas aventuras, minhas paqueras e até mesmo as aventuras que fiz com minha esposa.

Cheguei a mostrar a ela as fotos que fiz de minha mulher transando com outros homens, quando a convenci a experimentar sexo a três e troca de casais.

Nossas conversas alternavam entre papos informais e apimentados. Ela me contava seu cotidiano e seus desejos sexuais. Eu falava coisas banais, aconselhava e dizia tudo que queria fazer com ela na cama.

Ela me perguntou se eu a ajudaria a realizar suas fantasias de transar com uma mulher e com dois homens ao mesmo tempo. Eu afirmava que sim e que se dependesse de mim, ela realizaria todos eles. Bel dizia que eu seria seu professor e que a ensinaria a ser uma putinha.

No primeiro trimestre de 2007, durante uma de nossas conversas, Bel disse que tinha muita curiosidade em ouvir minha voz. Passei então o número de meu celular e conversamos brevemente. Ela disse que gostou da minha voz. Por minha vez achei a voz dela gostosa e delicada.

Pouco tempo depois, a frequencia com que ela conectava na internet foi diminuindo e eu comecei a perceber que ela andava com baixa autoestima e um pouco deprimida.

Nossas conversas sobre sexo diminuiram ao ponto de quase rarear. Vi que ela perdeu muito do interesse no assunto, como se houvesse desistido de realizar suas fantasias.

Ela desapareceu por mais de um mês e quando reapareceu me informou que estava com problemas de saúde e que iria mudar sua vida e que se preparava para enfrentar uma cirurgia. Não me disse do que se tratava, mas me tranquilizou dizendo que não era nada grave.

No segundo semestre de 2008, Bel começou a rarear as vezes que conectava até sumir por completo. Fiquei sem vê-la por meses.

Ela reapareceu no início de 2009, mas nossas conversas já não eram como antes. Ela conectava pouco e quando o fazia não me chamava.

No segundo semestre de 2009, começamos a conversar mais, mas pouco falávamos de sexo, até que no final de agosto nossos papos começaram a apimentar.

Nessa época eu também vinha mantendo contato com outra mulher, que se chama Silmara, e que, junto com seu marido curtem sexo liberal.

Eu já vinha desenvolvendo um possível encontro com Silmara e inclusive já havíamos nos mostrado via webcam, coisa que nunca havia feito com Bel, a pesar de conhecê-la a muito mais tempo. Até que numa noite de agosto Bel apareceu online e mesmo seu marido estando em casa, me convidou para vê-la na sua webcam. Fiquei animado e tomei coragem de pedir-lhe que se exibisse pra mim. Ela relutou muito em exibir o colo dos seios, porém vestida e estava muito envergonhada para mostrar algo mais.

Nossas conversas voltaram a ser mais picantes, alternando com momentos sérios.

No início de setembro eu estava com a minha webcam ligada no trabalho, me exibindo para Silmara, quando Bel conectou. No mesmo instante convidei-a para me ver e ela aceitou. Passei então a exibir meus dotes na webcam para as duas, simultaneamente, sendo que Bel sabia que Silmara também me assistia.

Masturbei-me para os olhares atentos das duas, mas Silmara precisou desconectar antes do grande final.

Eu estava excitado com a situação, mais que o normal, pois era a primeira vez que fazia isso para Bel.

Ela demonstrava estar gostando do meu show que terminou com um gozo farto.

Ainda mantive a webcam ligada por algum tempo e conversamos mais um pouco.

Depois dessa aventura virtual, nossos papos apimentaram ainda mais e sempre que podíamos ligávamos a webcam, sendo que algumas vezes mais pude mostrar meu pau para ela, mas não tive nova oportunidade de me masturbar.

Bel quis me ver pessoalmente e marcamos um encontro que deveria ocorrer no início da segunda metade de setembro, mas que acabou não acontecendo porque houve um imprevisto da parte dela.

Mantivemos nossos papos e nos vendo por webcam quando dava.

Eu lhe contava tudo, inclusive dos encontros furados nos quais levei bolo de Silmara e de meu hábito de escrever sobre essas aventuras.

Ela ficou curiosa e quis ler a história de Silmara. Deixei que ela visse o texto, mesmo inacabado. Ela ficou curiosa a respeito de seu conto. Disse-lhe que não o havia iniciado. Foi o suficiente para deixá-la mais curiosa.

No início de outubro eu mudei de emprego e antes de começar na nova empresa, Bel disse que queria remarcar o encontro. Perguntou se eu poderia me encontrar com ela e combinamos como seria.

Na terça-feira, 13 de outubro, marcamos de nos encontrar dois dias depois. Conversmos quase que durante todo o dia e eu consegui convencê-la a fazer fotos para mim. Ela tirou algumas fotos de sua bundinha, vestindo uma calcinha sexy e cavada. Fiquei de pau duro vendo as fotos.

Ela decidiu também publicar as fotos no seu perfil no Orkut para que seus outros amigos pudessem ver. Alguns comentaram as fotos e eu também registrei meus comentários. Ela ficou animada e excitada em despertar tesão nos homens.

Na quarta-feira conversamos mais. Ambos excitados e ansiosos pelo encontro marcado para o dia seguinte. Pedi a ela fotos de sua xoxotinha e ela relutou muito em me enviar, mas acabou concordando. As duas fotos que ela me enviou de sua xoxotinha, nas quais ela puxou a calcinha para o lado pra me deixar ver só uma amostra, fizeram meu pau latejar.

Ela sempre queria saber se eu realmente havia gostado das fotos, como se não acreditasse que pudesse despertar interesse nos homens.

O dia do encontro chegou. Eu estava ansioso com o encontro. Esperava que houvesse afinidade entre a gente e que mesmo que não transássemos no primeiro encontro, pois combinamos que não haveria pressão para que isso acontecesse, ela ficasse com interesse em fazer sexo comigo e marcássemos um encontro com tal objetivo.

Conversamos por MSN na parte da manhã. Ela havia contado para outro amigo virtual que iria se encontrar comigo e ele desejou que fosse bem aproveitado e rolasse sexo.

Marcamos de nos encontrar em local público na hora do almoço. Quinze minutos antes da hora marcada, telefonei para saber onde ela estava.

Cheguei ao local do encontro na hora marcada e aguardei por ela por cerca de 10 minutos.

Quando Bel chegou a reconheci imediatamente. Estava nervoso, pois temia não reconhecê-la, mesmo a tendo visto várias vezes pela webcam e seu sorriso era inconfundível.

Ela estava muito nervosa. Mantinha uma distância segura de mim, como se temesse desmontar caso eu a tocasse. Ela se sentia como se todos a sua volta soubessem que ela estava a ponto de cometer um adultério.

Fomos a um restaurante para almoçar e conversar. Ela se negou a comer, de tão nervosa.

Conversamos um pouco. Contei-lhe que estava muito excitado e que se ela topasse, sairíamos do restaurante direto pro motel. Ela relutou lembrando que eu havia dito que "nem sempre saio no primeiro encontro", querendo usar isso como pretexto, mas eu disse que existem excessões. Ela só ria, mas aceitou, com ressalvas: não entraria se mudasse de idéia no caminho.

Na fila de pagar a conta eu a coloquei a minha frente, bem pertinho de mim. Colei em seu corpo e ela pode sentir o meu tesão por ela. Eu deslizava minha mão sobre sua cintura, por dentro da blusa, e a puxava para junto de mim, colando nosso corpo ainda mais. Vi em seu jeito o desejo de se entregar a mim misturado ao medo.

Tentei por a mão dela sobre meu pau para que ela sentisse como ele estava duro de tão excitado que eu estava, mas ela teve medo que alguém visse e não deixou.

O motel é próximo ao restaurante e fomos a pé, mas ela estava muito envergonhada para entrarmos. Então nos afastamos e pegamos um taxi que nos deixou dentro do motel.

No quarto ela ainda demonstrava nervosismo. Eu a abracei por trás e beijei sua nuca. Deslizei minhas mãos até seus seios e os apertei.

Percebi que ela estava excitada, mas sabia como reagir.

Tirei minha camisa. Abracei-a e roubei um beijo. Ela ainda tremia. Tirei sua camisa. Ela a tomou de minhas mãos e a acomodou de forma que não amarrotasse.

Tirei minha calça e em seguida a dela. Ela queria mas agia com timidez e vergonha.

Apenas em roupas íntimas, puxeia para cima da cama. Beijamo-nos e minhas mãos percorreram seu corpo. Apertei sua bundinha macia. Acariciei suas costas. Apalpei seu seios. Por fim toquei sua xoxotinha por cima da calcinha. Nossa, como estava encharcada de tanto tesão!

Peguei sua mão e a fiz segurar meu pau, que estava duro e latejando, por cima da cueca. Seus olhos brilharam, quando ela sentiu todo meu tesão por ela.

Abaixei minha cueca, liberando meu pau. Bel o segurou com carinho. Ela ria e experimentava meu dote, como que medindo e analisando.

Deslizei minha mão direita para dentro de sua calcinha. Ela havia se depilado para nosso encontro. Mesmo não tendo certeza se chegaríamos a transar, ela havia se preparado. Gostei daquilo.

Meus dedos procuraram por sua xoxotinha e rapidamente a encontraram. Húmida e quente ao toque. Fiquei animado e puxei sua calcinha para baixo.

Bel ameaçou ensaiar uma pequena resistência. Quase que inaldível ela pediu que eu não fizesse aquilo. Mas não lhe dei ouvidos e fingi não escutar.

Em menos de dez segundos eu removi a sua última peça de roupa. Agora ela estava como eu queria: nua.

Novamente de pé de frente um para o outro, ela voltou a segurar meu pau. Perguntei se ela gostava do que via e tinha na mão. Ela confirmou com um sorriso e aceno de cabeça.

- Então chupa. - eu disse.

Timidamente ela se abaixou e provou meu pau. No início ela aproximou o rosto. Depois ela o tocou de leve com a língua. Aos poucos ela foi tomando coragem e, por fim, pos meu pau na boca.

Ela chupou um pouquinho e parou. Olhou para mim como que querendo saber se eu aprovava que continuasse.

Mas quem perguntou fui eu:

- Matou a curiosidade?

Ela afirmou balançando a cabeça.

- Gostou de chupar?

Bel fez que sim com a cabeça mais uma vez.

- Então chupa, safada - ordenei.

A putinha abocanhou meu pau e começou a chupar. Duas vezes ela tentou colocar tudo na boca e engasgou.

- Quer engolir, cachorra?

- Não consigo. Tenho medo de passar mal.

-Então não faz. Só chupa do jeito que você gosta.

Ela chupou, lambeu a cabeça e brincou um pouco com meu pau na boca.

Mas eu queria logo comer a safada e fazer dela minha puta. Tirei meu pau e mandei ela ficar de quatro na cama.

Pulei da cama e rapidamente vesti a camisinha.

Bel ficou de quatro pra mim.

Esfreguei o pau de cima a baixo e busquei a entrada de sua xoxota. Iniciei a penetração. Senti meu pau deslizar pra dentro, macio e apertado. Em pouco tempo a buceta da piranha engoliu meu pau inteito.

Segurei Bel pela cintura e comecei a foder sua xoxota.

Ela gemia e eu me deliciava. Via meu pau entrando e saindo, e aquilo me dava mais tesão.

Perguntei se ela queria ver meu pau dentro de sua buceta.. A cachorra disse que sim. Então peguei meu celular, fotografei a cena e passei para ela poder ver.

Percebi que ela ficou mais excitada vendo sua xoxota sendo invadida por minha pica,

Ela me perguntou como fazia pra apagar a foto. Mostrei a ela como fazer, sem tirar meu pau de dentro dela.

Continuei botando gostoso naquela buceta apertada.

Bel gemia e olhava pro espelho com aquela carinha safada de uma puta que estava adorando chifrar o marido.

Dei uns tapas em sua bunda. Percebi que ela gostava e dei mais tapas, chamando-a de puta.

A buceta da piranha estava ensopada de tanto tesão que ela sentia. Chegava escorrer.

Tirei meu pau da xoxota de Bel e ela pediu para eu a chupar. Ela se deitou na cama e abriu as pernas pra mim.

Enfiei meu rosto entre suas pernas e comecei a lamber seu clitóris. Em pouco tempo ela estava gemendo gostoso.

Passei meu dedo médio em seu ânus. Ao contato seu cu se contraiu. Sem parar de chupar sua buceta, comecei a enfiar meu dedo em seu rabinho apertado. Não demorou pra meu dedo estar quase todo dentro de seu cuzinho.

Bel havia me dito que nunca havia dado a bundinha, mas que morria de tesão pra ser enrabada.

Com meu dedo enfiado no rabo e minha língua massageando sei grelo, Bel gozou. Senti seu clitóris ficar mais duro e seu cu apertar meu dedo.

Queria continuar chupando a vadia por mais tempo, mas ela pediu para eu parar.

Então me posicionei e enfiei meu pau em sua xota depilada. Meti por algum tempo e fotografei meu pau enfiado em sua buceta, mas logo depois levantei e pedi pra piranha ficar de quatro na cama. A cachorra obedeceu e ficou de 4. Perguntei então que se ela queria experimentar levar meu pau no cuzinho e ela respondeu que queria tentar.

Posicionei meu pau na entrada do rabo da vadia e comecei a empurrar. Fui de vagar pra não machucar o cu da safada e não assustá-la. O cu de Bel estava muito apertado e ela parecia contraí-lo ainda mais.

Percebi que a piranha gemia quando eu forçava e entrada no seu rabo. Perguntei se ela queria que eu parasse, mas ela negou e disse que queria tentar dar a bunda pra mim. Forcei mais um pouco e a cabeça do meu pau entrou no seu cu apertado. Ela gemeu auto e reclamou que estava doendo. Imediatamente recuei e deixei meu pau sair do seu rabo.

A pesar de querer muito enrabar aquela puta, não queria que fosse gostoso só pra mim. Era importante que Bel também sentisse prazer em dar a bunda pra mim. Afinal de contas eu não queria que ela passasse a ter medo de dar o cu pra mim.

Senti que a putinha respirou aliviada quando meu pau saiu. Ouvia reclamar baixinho e se perguntar porque tinha que doer. Questionei então se ela queria desistir e deixar pra outra oportunidade. Mas a vadia estava afim de dar a bunda pra mim e pediu pra eu tentar mais um pouco.

Novamente posicionei meu pau na entrada do seu rabo e comecei a forçar a entrada. Nessa tentativa a cabeça entrou e eu parei. Bel gemeu. Deixei a cabeça do meu pau dentro do rabinho dela e perguntei se estava doendo. Ela respondeu que sim. Novamente perguntei se queria que eu parasse e ela disse que não. Empurrei mais um pouco e ela grunhiu que estava doendo muito. Parei e retirei meu pau de dentro do rabo da piranha. Na mesma hora vi seu cu se fechando. Resolvi que não era pra enrabar a vagabunda nesse encontro e informei isso a ela.

Troquei a camisinha e meti em sua buceta. Meu pau entrou todo de uma vez.

Ela perguntou se eu tinha certeza que não queria comer sua bundinha. Se eu não ia ficar decepcionado. Respondi que não e comecei a meter com vontade em sua buceta.

Vi que a piranha estava adorando a forma como eu metia em sua xota. Ela me olhava pelo espelho.

Eu socava com vontade meu pau até o fundo de sua xoxota e mantive esse ritmo até gozar.

Depois de um breve, muito breve, descanso, fui tomar um banho para voltar ao trabalho.

A piranha decidiu ir pra casa com cheiro de sexo.

Depois desse dia, Bel me confidenciou ter pensado que eu não mais iria falar com ela. Ela achava que depois que eu a comesse, iria sumir. Mas esse não era meu objetivo. Eu tinha planos de ajudá-la a realizar todas as suas fantasias e fazer dela uma puta completa.

Passei a me referir ao marido de Bel como "meu sócio" e ela achou isso engraçado. Mau sabe ele qie sua esposinha adora chifá-lo.

Bel mostrou que tem vocação pra ser uma puta e quer muito que eu a ajude a se tornar uma.

Nos dias seguintes a nosso encontro, ela falou que estava planejando se encontrar com outro amigo dela, um advogado. Eu a apoiei e insentivei a ir ao encontro, que aconteceu poucas semanas depois.

Ela me contou que foi para o motel com ele e que transaram muito. Disse que gozou várias vezes e que ele chegou a enfiar o pau todo em seu cuzinho, mas que devido a ter sentido muita dor, pediu que tirasse.

Planejamos nos encontrar novamente e, se possível um encontro a três.

Quero muito transar com ela novamente e, quem sabe, conseguir o que não foi possível na primeira vez: comer sua bunda.

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