Antenção!

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domingo, 10 de janeiro de 2010

Erica - A prima que me iniciou

Foi em maio de 1981 que, aos 14 anos de idade, eu tive minha primeira experiência sexual. Fato que ocorreu graçar a minha prima Erick, que na época estava próxima de completar 18 anos.

Eu era um garoto bonito, porém muito tímido e retraído. O único conhecimento que tinha de sexo vinha dos contos do suplemento Fórum que era distribuído junto com a revista Ele & Ela, a qual eu tinha acesso graças ao irmão mais velho de um amigo. Ele me emprestava a revista. Eu a via escondida, lia as histórias do suplemento e me trancava no banheiro para me masturbar.

Numa tarde de maio de 1981 eu cheguei da escola e encontrei minha prima Erica, preparando a janta. Perguntei por minha mãe e Erica me informou que ela havia precisado sair com meu pai, pois um tio de meu pai havia falecido e eles iriam acompanhar o velório. Erica me disse então que minha mãe havia lhe pedido para ela ir dormir lá em casa, me fizer companhia e providenciar a janta.

Lá pelas 20h eu estava na sala, fazendo o trabalho escolar, quando Erica me disse que iria tomar um banho e depois colocaria a janta. Aquilo me atiçou a curiosidade de moleque punheteiro. Adoraria ver minha prima pelada, tomando banho. Então ouvi a porta do banheiro fechar e, em seguida, a o som da água do chuveiro caindo. Imediatamente fiquei excitado. Tentei ver se tinha alguma forma de olhar minha prima tomando banho, mas era impossível. Desiludido, retornei aos estudos e tentei me concentrar nas tarefas.

Assim que terminou seu banho, minha prima veio até a sala, ainda enxugando seus cabelos. Ela vestia conjunto de dormir de shortinho e camiseta. Dava pra ver os biquinhos dos seios, durinhos sob a camiseta, e que não usava calcinha. Fiquei ainda mais louco.

Erica terminou de secar os cabelos, debruçou sobre a mesa e perguntou o que eu estava fazendo. Nesse momento pude ver seus seios por cima da abertura da camiseta. Levei alguns segundos vidrado em seus biquinhos rosados. Ela então levantou e perguntou se eu estava com fome. Respondi que não. Disse que ia deitar no sofá e que depois colocava a janta. Percebi que ela havia visto eu olhando seus seios.

Minha prima ligou a televisão e deitou no sofá, com as pernas voltadas em minha direção. De onde eu estava, tinha uma visão perfeita de suas coxas grossas. Ela então dobrou a perna e isso fez com que desse pra ver seus pelos por baixo da abertura do short. Meu pau latejava dentro da cueca. Ela fingia que não sabia que eu estava vendo. Não dava mais pra me concentrar no trabalho. Ela se ajeitou no sofá e a abertura aumentou. Dava pra ver os pentelhos. Eu precisava tocar uma punheta, mas não queria perder aquela visão. Apertei meu pau por baixo da mesa.

Erica olhou em minha direção.

- O que você tá fazendo? - Falou andando até mim.

Gaguejei pra dizer que estava fazendo o trabalho de casa. Não dava pra disfarçar o tesão que eu estava sentindo.

- Tá segurando o peru por que? - Já parada em pé ao meu lado.

Eu não sabia o que responder. Então ela levantou e veio em minha direção.

- Tá de pau duro?

Eu não conseguia responder.

- Pensa que não vi você olhando pro meus peitos e pras minhas pernas?

Eu devia estar vermelho como um pimentão. Meu rosto queimava.

- Você é muito safado.

Eu estava morrendo de vergonha.

- Tira a mão e me deixa ver.

Congelei.

- Vai. Deixa eu ver se você tá de peru duro.

Girei na cadeira e tirei a mão de cima. Ela viu que meu pau estava duro.

- Levanta.

Obedeci, sem olhar para ela.

Com uma agilidade que me assustou ela arriou meu short e cueca até os meus joelhos. Mau pau ficou pulsando na frente dela. Ao mesmo tempo que estava envergonhada, morria de tesão.

- Você toca punheta?

Respondi afirmativamente com movimentos de cabeça.

- Já tocou alguma pensando em mim?

Respondi que não do mesmo jeito.

- Por que não? Não me acha bonita.
- Acho. - A palavra saiu da minha boca.

Ela então segurou meu pau. Foi fomo tomar um choque de mil volts.

- Você já goza?
- Já.

Ela começou a me masturbar. Sabia que se ela continuasse com aquilo iria gozar em sua mão.

Erica largou meu pau, virou de costas e saiu andando.

- Vem.

Puxei o short pra cima e a segui, com o pau balançando do lado de foro.

Ela seguiu para meu quarto e entrou. Eu entrei em seguida.

Erica tirou sua roupa de deitou na minha cama, com as pernas aberta. Tirei minha roupa mais rápido que o raio.

- Já trepou alguma vez? - Perguntou.
- Nunca.
- Sabe como faz?

Não respondi e sem que ela pedisse, já estava entre suas pernas, tentando penetrar meu pau em sua xoxota. A inesperiência e o nervosismos não me deixavam acertar a entrada. Erica então pegou meu pau e o guiou para a entrada. Entrei todo de uma vez. Era quente, molhado e meu pau parecia que ia explodir. Muito gostoso.

- Pera. - Ela pediu. - Vamos mudar de posição.

Eu saí de dentro e Erica ficou de bruços. Imediatamente encaixei meu pau entre suas nádegas. Apressadamente comecei a empurrar. Eu tremia e começava a suar.

- Não vai conseguir comer minha bunda assim. Tá seco.

Moleque inexperiente, não entendi que ela não queria dar um rabinho pra mim. Ela estava dando a dica que eu precisava lubrificar seu cuzinho pra conseguir meter meu pau. Mas eu não sabia captar a dica. Na verdade ela queria que eu metesse atrás e eu não entendi.

- Então vira de novo. - Pedi.

Erica obedeceu e eu meti eu sua xoxota. Dessa vez sem precisar de ajuda. Acho que foi por instinto e desespero de meter de novo. Deitei sobre ela e comecei a meter, apressadamente. Ela me abraçou e me puxou para um beijo. Nessa hora eu gozei.

- Caralho! ... Você gozou? ... Sai, sai, sai...

Saí de cima dela apressado. Erica pulou da cama com a mão entre as pernas e correu pro banheiro. Fiquei sentado na cama, com cara de idiota e o pau ainda pingando porra.

Quando Erica voltou do banheiro, disse:

- Limpei a merda que você fez. Agora torce pra eu não engravidar. Você não podia gozar dentro.

Eu não sabia o que falar.

- E eu nem estava perto de gozar. Agora você tem que me fazer gozar pra pelo menor ter valido a pena.
- O que você quer que eu faça.
- Vem me chupar.
- O que? Eu não sei...
- Você aprende.

Ela deitou de pernas abertas. Mandou eu entrar entre suas pernas e lamber sua vagina. Foi me guiando: "mais pra cima", "mais pra baixo", "assim", "lambe", "agora chupa", "isso", ...

Fiquei chupando a xoxota dela até que comecei a pegar prática. Ela começou a gemer. Segurava meus cabelos e enfiava minha cara em sua xoxota. Minha mandíbula já estava doendo e minha língua cansando quando finalmente ela gozou. Soltou um gemido mais alto e seu corpo todo tremeu.

Depois ela voltou pro banheiro e tomou outro banho. Desta vez ela não fechou a porta, mas eu também não quis mais vê-la tomar banho.

Jantamos e ficamos sentados na sala, vendo televisão juntos. Aproveitei para beijar muito em sua boca e chupar seus seios, mas ela não quis me dar novamente.

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