Esse caso aconteceu no ano de 2000.
Nessa época eu era usuário do ICQ (um programa de mensagens instantâneas similar ao MSN Messenger, muito popular naquela época), mas raramente deixava o NetDetect (um programa que verificava a existência de uma conexão de internet muito usado nos tempos da internet discada) carregá-lo. Em uma de minhas conexões, entretanto, permiti que o ICQ fosse aberto enquanto aguardava o download de um programa.
De repente, uma mensagem saltou em minha tela e a pessoa que a enviava não era cadastrada em minha lista de contatos. Como sempre faço, requisitei, imediatamente, os detalhes do intruso. Era uma mulher de 34 anos que se dizia mulata (não darei maiores detalhes). Começamos então a papear. Ela disse que se chamava Kamilla e que queria conhecer homens de minha faixa etária.
Conversamos por algum tempo e antes de desconectar ela requisitou autorização para me incluir em sua lista de contatos. Autorizei e também a inclui em minha lista. Nos despedimos e ela desconectou.
Quando conectei no no dia, Kamilla já estava online. Conversamos mais e acabamos trocando nossos telefones. Nesse dia tomei coragem e telefonei-lhe. Uma voz macia e bem sensual atendeu do outro lado. Conversamos (dessa vez por telefone) por uma meia hora e nos despedimos.
No terceiro dia, Kamilla me ligou e passamos um bom tempo conversando. Kamilla era separada, tinha dois filhos e já fazia um bom tempo que não se relacionava com ninguém (isso ela afirmou). Durante duas semanas nos telefonamos e acabamos nos tornando íntimos ao telefone. Kamilla se confessou excitada e desejosa de me conhecer pessoalmente. A essa altura nos conhecíamos apenas por fotos (e pela foto que eu tinha dela via-se uma mulata Kamillavilhosa).
Numa quarta-feira de agosto de 2000, precisei visitar um cliente no Centro (do Rio de Janeiro) e combinamos de nos encontrar na saída de meu cliente.
No dia em questão eu não conseguia esconder minha excitação. Apressei a reunião com o cliente e parti para o local do encontro. O desejo de levá-la para a cama era grande, mas só um desejo. Não acreditava que Kamilla aceitasse deitar-se comigo num primeiro encontro, mas, como a esperança é a última que morre e o precavido vale por dois, passei numa farmácia e comprei uma caixa de preservativos.
Kamilla não compareceu ao local combinado, então resolvi telefonar-lhe para saber se havia desistido. Ela atendeu e me disse que teve uns probleminhas em casa e que não poderia sair. Me entristeci, mas aceitei a má sorte. Entretanto ela me perguntou se eu não gostaria de ir até sua casa. Com o tesão que eu estava, aceitei de pronto o convite e peguei o endereço, partindo em seguida para encontrá-la.
Quando cheguei em sua casa, fui recebido pos sua filha (uma bela mulata de 17 anos), que me guiou até o quarto da mãe. Eu ainda estava meio atordoado com aquilo. Nunca havia ido diretamente a casa de uma mulher, ainda mais com seus filhos me recebendo à porta.
Ela estava deitada na cama e pediu que eu entrasse e me sentasse ao seu lado.
Entrei no quarto e a filha fechou a porta atrás de mim, deixando-nos a sós.
Fiquei com a sensação de que ela estava acostumada a receber homens em casa. Mas preferi deixar a coisa rolar.
Conversamos durante quase uma hora até que ela se sentou na cama, ficando de frente para mim.
Meu pau latejava dentro da calça, mas mantinha uma posição respeitosa em relação a ela.
Repentinamente, Kamilla aproximou-se de mim e nos beijamos. Um beijo molhado, quente e ardente. Eu apalpei os seios de Kamilla sobre sua camisa. Abri sua camisa e seu sutiã e pude ver um par de seios apetitosos. Abocanhei seus seios como um bebê faminto. Mordi seus mamilos, chupei, apertei e me esbaldei naqueles montes.
Kamilla saiu da cama trancou a porta do quarto.
Em seguida ela voltou pra cama e abriu meu zíper. Com agilidade, ela enfiou a mão dentro da minha cueca, agarrou meu pau e o puxou para fora. Kamilla levou seus lábios de encontro a ele e começou a beijá-lo. Lentamente ela foi pondo-o na boca e iniciando uma leve sucção. Em poucos tempo ela já estava me chupando de forma magnífica, levando-me ao delírio. O fato de ter tido uma mulher diferente chupando-me depois de quase 6 anos, tornou o ato mais excitante que o normal.
Enquanto aquela mulher sugava, lambia, mordia meu pau, eu ia despindo-a, acariciando suas costas, enfiando minhas mãos dentro de sua calcinha e tocando-a.
Ela então interrompeu o boquete, levantou-se, arrancou sua calça. Depois ela veio por cima de mim, puxou a minúscula calcinha para o lado e tentou introduzir meu membro na sua xoxota. Impedi que ela enfiasse meu pau dentro de si, com tato para não parecer que não o queria.
Pedi que ela se levantasse e peguei o pacote de preservativos em meu bolso. Mostrei para ela e disse: "melhor sermos prevavidos". Ela então pegou o pacote de minhas mãos, abriu, tirou uma camisinha, desenvelopou e vestiu meu pau com agilidade.
Ela novamente sentou sobre mim e rapidamente sua xoxota engoliu meu pau. Em poucos sengundos ela começou a cavalgar-me de forma indescritível. Kamilla segurava em meus ombros e subia e descia em meu pau.
Durante a cavalgada eu mordi sua orelha, chupei seus seios e dedilhei seu cuzinho. Kamilla saltava com furia, arfando, suando e gemendo. Sua vagina era quente, apertada e úmida. Senti quando ela agarrou-me com força e bruscamente parou seus movimentos. As contrações das paredes vaginais de Kamilla e o gemido que ela soltava denunciavam seu primeiro orgasmo.
Ficamos alguns segundos paralisados. Meu membro ainda pulsava dentro daquela vagina em brasa. A respiração de Kamilla, foi normalizando até ficar mais compassada. Nossos corpos transpiravam.
Kamilla saiu de cima de mim e deitou de bruços a meu seu lado. Vendo que meu pau ainda estava duro e pulsando, ela o segurou e comentou: "ele ainda me quer".
Confirmei e disse que a queria de quatro pra mim.
Ela se levantou e eu idem. Em seguida, Kamilla ficou de quatro na beira da cama. Posicionei-me atrás dela e penetrei sua vagina de uma vez.
Meti com vontade, segurando-a pela cintura.
Via seu ânus piscar cada vez que enfiava meu pau.
Ela mordia o lençol da cama e gemia baixinho.
Em pouco tempo ela senti novamente as contrações de seus músculos vaginais. Durante seu segundo orgasmo ela tremia e quase que gritava.
"Você não goza?", perguntou.
Eu disse que queria mais e ela sabia o que. Ela disse que tinha medo por nunca ter experimentado dessa forma, mas que queria. Não acreditei quando ela afirmou nunca ter feito anal, mas ela jurou que jamais alguém tinha tido relações com ela dessa forma.
Era preciso trocar a camisinha, mesmo não tendo ejaculado, ela já apresentava sinais de desgaste e flacidez.
Troquei rapidamente o preservativo e comecei a preparar o terreno.
Kamilla parecia querer muito ser sodomizada. Ficou imóvel durante todo o tempo.
Lubrifiquei seu ânus com minha saliva e introduzi a ponta de meu dedo indicador nele. Ela estremeceu e pude ver seus pêlos se arrepiarem. Busquei a posição ideal e, calmamente, fui empurrando meu membro de encontro a seu anel. Ela não pronunciou qualquer som ou fez qualquer movimento. Perguntei se queria desistir e ela negou. Queria-me dentro dela. Queria a sodomia. Disse-lhe para relaxar e, com ternura, continuei a avançar em direção a seu interior inexplorado. Eu ia introduzindo por partes. Entrava um pouco e logo retirava. Senti quando ela começou a querer que eu entrasse todo logo de uma vez, mas não queria fazê-la sentir qualquer dor. Logo os músculos de seu ânus já estavam mais relaxados e a introdução se completou.
Ainda fiquei alguns segundos parado com meu pênis dentro dela sem movimentar-me. Kamilla tomou a iniciativa de começar a se movimentar. Foi então que pus inicio a meus movimentos. Estávamos em sincronia. Nossos corpos movimentavam-se em harmonia. Ela urrava, gritava, estava incontrolável. Kamilla agarrou o lençol com força e parou todos os seu movimentos. Soltou um grito seguido de um suspiro e os músculos de seu ânus apertaram meu pênis. Não pude me conter e jorrei. Apertei-a com mais força e atingi um orgasmo prolongado.
Foram apenas alguns segundos que ficamos ali parados antes de ela dizer um "adorei" com os olhos brilhando.
Eram 20:00 quando saí de sua casa.
Ela me acompanhou até o ponto do ônibus e esperou eu partir.
Eu e Kamilla mantivemos contato por mais 3 meses. Nos encontramos e transamos algumas vezes mais, quando tive a oportunidade de comer seu rabinho mais vezes e gozar em sua boca.
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