Antenção!

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Deise

Deise é uma negra, mignon e muito fogosa que conheci em maio de 2001 numa sala de chat de sexo virtual de um grande provedor de acesso. Nos reencontramos algumas vezes e ela acabou me cadastrando em seu ICQ. Durante nossas conversas, relatei um casos que tive fora de meu casamento. Então ela disse que ficou excitada com a história e confidenciou que devido ao fato de ter se casado virtem e muito jovem, vinha experimentando a curiosidade de transar com outro homem.

Ela me disse que amava seu marido, mas o desejo sexual latente, a impulsiona a descobrir como era fazer sexo com outro homem. Disse ainda que o pênis de marido é tão grande que mal cabia em sua boca e que havia muito, desejava experimentar o sexo anal, ainda desconhecido para ela. Mas o tamanho avantajado de seu marido dava-lhe medo.

Depois de uns três meses conversando por ICQ, resolvemos trocar nossos números de telefone e passamos a nos falar. O telefone aguçou o desejo de nos conhecermos pessoalmente e resolvemos marcar um encontro. Ambos trabalhávamos no centro do Rio de Janeiro e combinamos de nos ver na hora do nosso almoço. Nos encontramos no local e hora marcado. Trocamos beijos no rosto e fomos almoçar juntos. Durante o almoço conversamos sobre diversos assuntos, mas não tocamos em sexo.

Veio o segundo e o terceiro almoço juntos antes de tocarmos no assunto de sua fantasia e do desejo dela em experimentar fazer sexo com outro homem. Foi nesse momento que eu informei que a achava atraente e que adoraria satisfazer sua curiosidade. Inicialmente ela ficou preocupada que aquilo pudesse destruir uma amizada que começava a nascer entre nós. Garanti que, de minha parte, isso jamais aconteceria. Ela então confessou que também se sentia atraída sexualmente por mim, mas que precisava pensar melhor sobre o assunto.

Passamos a almoçar juntos pelo menos duas vezes por semana, sempre conversando sobre tudo. Eu não fazia pressão para que ela fosse a um motel comigo. Queria que ela ficasse o mais a vontade possível e decidisse sozinha.

Eu já começava a achar que ela decidira não trair seu marido, quando, ao nos encontrarmos para almoçar, ela me contou que não queria ir a um restaurante, mas que eu a levasse a um motel. Decidira que queria experimentar e que eu era a pessoa ideal para isso, pois ela confiava em mim. Imediatamente fiz sinal para um taxi.

Logo que entramos no quarto, nos beijamos. Deise abriu minha camisa e passou as mãos em meu peito cabeludo. Seus olhos brilhavam. Segurei seu rosto entre as mãos e beijei seus lábios.

Desabotoei sua blusa e acariciei seus seios por cima do sutiã. Depois abri o fecho e libertei seus seios pequenos.

Deise se afastou de mim e começou a tirar sua roupa. Fiz o mesmo e em pouco tempo estávamos ambos nus. Ela olhou para meu pau e disse que eu era menos avantajado que seu marido, mas que ela preferia assim. Então se abaixou a minha frente e começou a me chupar. Ela demonstrou uma habilidade que eu não esperava para uma mulher que só tinha transado com um único homem.

Interrompi a deliciosa chupara que Deise me proporcionava e sugeri que tomássemos um banho gostoso, pois eu desejava muito provar todo seu corpo. Entramos no box e tomamos um banho rápido, tomando cuidado para não molhar seus cabelos, durante o qual eu deslizei minha mão por todo seu corpo e, com o dedo médio massageei seu cuzinho. Ela gemeu e fechou os olhos, deixando-me explorar seu botãozinho com o dedo. Masturbei-a durante o banho e, aos poucos, fui enfiando o dedo em seu rabinho. Deise gozou em minhas mãos, abraçada a mim.

Novamente ela se abaixou em frente a mim e abocanhou meu pau. Sua boquinha fez um delicioso trabalho, mas eu não queria gozar ainda, então a interrompi e pedi para irmos para a cama.

Ela deitou na cama e abriu bem as pernas para eu poder chupar aquela xoxota negra, de lábios pequenos e pelos bem aparados. Nossa, que xoxota quente! Introduzi minha língua naquela boceta e Deise me segurou pelos cabelos. Enfiei novamente o dedo em seu cuzinho, até que novamente ela gozou.

Virei Deise de bruços e abri sua bundinha redonda e firme com as mãos. Comecei a lamber seu ânus. Ela gemia e mexia levemente os quadris. Enfiei dois dedos em sua xoxotinha enquanto tentava penetrar seu cuzinho com a língua.

Entre um gemido e outro, com voz chorosa, ela pedia para eu meter meu pau em sua bundinha. Eu fingia que não ouvia seu pedido e continuava naquela brincadeira. Aos poucos ela foi pedindo mais alto ao ponto de chegar a gritar para eu foder seu rabo, quando gozava com dois dedos em sua boceta e minha língua a lhe lamber o cu.

Parei o que estava fazendo e mandei que ela ficasse na mesma posição. Peguei uma camisinha e vesti meu pau. Me posicionei por trás dela e comecei a penetrar sua xoxota. Eu pouco tempo meu pau estava todo dentro dela.

Deise mordeu o travesseiro, empurrou a bundinha para cima e eu comecei a fazer um delicioso vai e vem em sua boceta. Mas ela não sabia que eu planejava meter naquele rabinho convidativo. Dei algumas estocadas e depois tirei meu pau de sua xoxota. Encostei a cabeça em seu cuzinho, fiz uma pressão leve, mas não a penetrei. Voltei a enfiar em sua xoxota e repeti o processo mais algumas vezes, até que ela implorou que eu metesse em sua bunda.

Enfiei um travesseiro sob seu ventre, para que ela ficasse com a bundinha erguida e me preparei para finalmente meter em seu cuzinho. Encostei o pau e comecei a forçar a entrada. Deise ficou imóvel, deixando que eu ficasse no controle da situação. Pouco depois vi a cabeça do meu pau entrar no seu cuzinho. Parei de empurrar, deixando só a cabeça dentro, para ela se acostumar. Perguntei se doía e ela disse que tinha doído um pouco no início, mas que estava ficando gostoso. Ela então perguntou se eu já tinha enfiado tudo. Respondi que só a cabeça e ela pediu para eu enfiar mais. Empurrei e meu pau foi entrando. Ela continou imóvel durante toda a penetração.

Quando finalmente meu pau entrou todo em seu cuzinho, ela disse que agora tinha certeza que eu tinha enfiado tudo, pois se sentia toda preenchida.

Com meu pau todo dentro de seu cuzinho, tirei o travesseiro de baixo dela e deitei sobre ela.

Deise começou a se mexer embaixo de mim, rebolando sua bundinha. Enfiei minha mão por baixo dela, buscando sua xoxotinha.

Comessei a massagear seu grelinho ao mesmo tempo que iniciei o vai em vem eu seu cuzinho. Ela gemia e eu dizia baixinho em seu ouvido que ela tinha um cuzinho delicioso e apertado. Ela dizia que estava achando delicioso dar a bundinha pra mim.

Ela gozou gritando e pedindo que eu metesse tudo em seu rabo. Não consegui mais me segurar e gozei junto.

A transa que era pra ter durado a hora do almoço avançou por mais meia hora e nos atrasamos para voltar ao trabalho.

De tarde ela me ligou. Disse que tinha adorado e que se soubesse que ia ser tão bom, tinha me dado havia mais tempo. Respondi que poderíamos repetir, se ela quisesse.

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