Depois da transa tórrida na sala de Tatiana, não estávamos em condições para sairmos a lugar algum, precisávamos nos recompor. Arrumei minha roupa o melhor que pude, enquanto Tatiana foi ao banheiro lavar o rosto, pentear os cabelos e se arrumar um pouco.
Quando saímos da sala, reparamos que não havia mais ninguém na empresa. Deixamos o local e pegamos um taxi. Quando indagado pelo motorista do destino, dei o endereço do motel mais próximo. Mas ela corrigiu o endereço e guiou o taxista até chegar em sua casa. Entramos e ela pediu que eu não reparasse na bagunça.
De mãos dadas me levou até o banheiro e nos atracamos num beijo cinematográfico, enquanto nos livrávamos de nossa roupa.
Abri o chuveiro e entramos. Ela esfregou seu corpo molhado contra o meu. Nossas línguas disputaram um duelo sem vencedores. Minhas mãos percorreram aquele corpo maravilhoso, ensaboando-o. Tatiana quis transar ali mesmo.
Ela virou-se de costas para mim. Meu pau, novamente duro, sarrava-lhe a deliciosa bunda. Fechei o chuveiro, beijei seu pescoço, abracei-a com força e sussurrei em seu ouvido:
- Eu a quero de todas as formas. Quero provar cada pedacinho do seu ser. Quero comê-la com calma, como se saboreia um delicioso prato.
Saímos do banho e cada um enxugou o outro, com carinho e calma. Ela disse que estava com fome e que já que eu não tinha pressa, podíamos comer algo leve antes de eu a comer novamente. A noite ainda não havia acabado. Não precisávamos ter pressa e concordei.
Peguei o telefone e pedi um taxi enquanto nos arrumávamos. Ela vestiu roupas limpas e cheirosas e eu tive que continuar com a que usara o dia todo. Ela sorriu e disse que não ligava e que me preferia sem roupa.
Partimos para um restaurante especializado em massas. Degustamos, juntos, uma deliciosa lasanha a bolonhesa. A todo momento, nossas mãos se buscavam por sobre a mesa.
Deixamos o restaurante por volta de 22:30 e voltamos para seu apartamento. Sentamos na sala e assistimos por um tempo a HBO, mas a libido e o desejo começou a nos incendiar novamente.
Tatiana já estava sentada em meu colo, de frente para mim. Nos beijamos com paixão. Minhas mãos percorreram todo seu corpo. Nossas bocas se chuparam. Os sucos dela molharam minha calça. Livrei seus seios e pus-me a sugá-los com vontade.
Livrei-a de sua blusa. Tatiana escorregou para baixo e arrancou meus sapatos, desabotoou minha calça e puxou-a pela bainha. Minha cueca fora arriada e sua boca, sedenta, envolveu meu pau. Minhas mãos acariciaram seus cabelos e acompanharam o movimento de sua cabeça. Ela sugou com vontade. Pôs tudo que conseguiu na boca, mas não conseguiu engolir meu pau inteiro.
Interrompi a maravilhosa chupeta que Tatiana fazia, levantei-me e peguei-a no colo. Levei-a para seu quarto e deitei-a na cama. Despi seu corpo e observei-a nua por um tempo. Deitei-me sobre ela e fui lambendo seu pescoço, seio, barriga, ventre, pélvis e, finalmente, cheguei em sua xoxotinha. Lambi e chupei sua boceta de lábios carnudos. Tatiana jogara suas pernas em minhas costas, cruzando-as por cima. Enlaçado por sua pernas, chupei aquela xoxota. Desci minha língua e lambi aquele cuzinho convidativo. Introduzi dois dedos em sua xoxota e um no cuzinho. Ela rebolava e gemia alto. Mais uma vez Tatiana gozou em minha boca.
Virei-a de bruços e arreganhei sua bunda com as mãos. Separei os dois montes deixando a visão daquele vale do pecado. Enfiei minha cara entre eles e pus-me a lamber seu ânus. Deixei minha saliva lubrificá-lo e enfiei minha língua, arrancando gritinhos e arrepios dela. Enquanto lambia seu rabinho, fui festindo a camisinha em meu pênis.
Tatiana arrebitou sua bunda para o alto. Puxei-a e a coloquei de quatro na cama. Posicionei-me por trás e introduzi minha pica em sua boceta molhada. Estoquei sua xoxota. Tatiana mordeu o lençol da cama, gemendo e gritando enquanto eu ia e vinha em sua vagina.
Lubrifiquei meu polegar esquerdo e coloquei-o encostado em seu cuzinho. Tatiana percebeu meu interesse e prendeu a respiração. Delicadamente enfiei todo meu dedo em seu rabinho. Ela deu um gritinho agudo e pediu que a fodesse com força.
Dei bombadas curtas e rápidas, longas e lentas. Senti o músculos de seu ânus contraírem e apertarem meu dedo. Logo depois, sua boceta começou a massagear meu pau com seu músculos internos. Tatiana então pediu que enfiasse em sua bunda. Puxei meu dedo de dentro do seu rabo e passei um pouco de minha saliva para lubrificá-lo. Saquei meu pau de sua xoxota e encostei a cabeça no seu anelzinho que piscava.
Tatiana ficou paradinha, esperando a penetração. Sem pressa, fui empurrando minha pica para dentro de seu cu. Ela foi sumindo, gradativamente e quando minhas bolas tocaram em sua xota, ela começou a rebolar.
A visão de meu pau atochado em seu rabo era magnífica. Segurei-a pelo quadril e comecei a movimentar-me em seu rabo. Fodi aquele cu gostoso com tanta vontade que percebi que meu gozo não demoraria a vir. Tatiana estava com sua sensualidade à flor da pele. Seu corpo exalava um perfume que me entorpecia. Sentia-me viciado em seu corpo. A sensação de estar comendo aquela mulher maravilhosa me atordoava.
Percebi que não poderia segurar meu gozo por mais tempo. Explodi em orgasmo. Já não tinha mais controle de meus movimentos, apenas empurrava meu quadril para frente de encontro a sua bunda e tentava acompanhar seu rebolado. Queria entrar todo naquele rabo.
Tatiana havia percebido que eu estava vencido. Desabamos na cama e acabamos adormecendo, abraçadinhos e felizes.
Saí do apartamento de Tatiana por volta das 3h da madrugada, pois seu noivo chegaria de viagem por volta das 6h.
Essa foi nossa única transa. Ainda nos falamos algumas vezes. Tatiana explicou que amava muito seu noivo e que não queria voltar a traí-lo. Ela explicou que adorou a experiência, mas que foi loucura devido à carência pela viagem prolongada do noivo e uma atração incontrolável que sentiu por mim. Também nunca mais quis me ver, com medo de não resistir e repetir a dose.
Nenhum comentário:
Postar um comentário