Antenção!

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Tatiana - Atração incontrolável parte 1/2

Tatiana foi uma linda jovem de 23 anos que, por um acaso da vida, conheci em 02 de março de 2001, num local público. Sua identidade será mantida em sigilo absoluto e será preservada a qualquer custo. Mineira de aproximadamente 1,75m, cabelos longos e olhos verdes, muito bonita e sensual. A extrema beleza de Tatiana me fez tomar coragem de abordá-la.

Ela podia ter me ignorado, mas respondeu à minha iniciativa de contato. Começamos a conversar, nada de importante. O tempo passou rápido e quando vimos já estávamos nos despedindo. Rapidamente saquei um cartão de apresentação que tinha meu email e nenhum telefone. Era um cartão muito interessante que mandei confeccionar e que continha apenas duas linhas com meu nome e email.

Não esperava que ela enviasse um email, mas, no dia 3 estava lá, em minha caixa postal, seu "Oiii". Respondi seu email dizendo ter adorado conversar com ela e que esperava poder ter o prazer de repetir o papo.

Não era muito de ir ao local onde nos encontramos, mas algo me impulsionou a retornar naquela segunda-feira. Eu a vi de longe, mas não quis parecer intrometido e, dessa vez, não me aproximei. Não esperava que ela me visse ou que viesse falar comigo, mas foi com muito prazer que a recebi quando veio de encontro a mim.

Conversamos quase que o dia inteiro. Era seu dia de folga e eu não tinha nada importante para fazer, mesmo. A companhia de Tatiana, certamente, foi mais agradável que a rotina do trabalho. Conversamos sobre tudo, trabalho, cotidiano, namoro e (por que não) sexo. Quem olhasse teria a impressão de que nos conhecíamos havia muito tempo, devido a intimidade que demonstramos. Uma atração irresistível tomou conta de nós.

Terça-feira voltamos a nos encontrar pela manhã e marcamos para o lugar de sempre às 15:00. Fui visitar um cliente e algo me impulsionou a passar no lugar marcado. Não me surpreendi ao encontrar o local fechado com uma nota informando que haviam fechado para reformas. Corri para passar um email. Ainda havia a esperança que ela o recebesse antes de sair para nosso encontro. Informei onde estaria aguardando-a.

Pra minha felicidade ela recebeu o email e foi ao novo local de encontro. Chegou sorridente. Nossa atração estava vez mais forte e o abraço foi inevitável. Partimos para um passeio que terminou no banco de uma praça onde tomamos sorvete e o primeiro beijo aconteceu.

Nossa língua, gelada, se tocou e a eletricidade do contato arrancou arrepios de nossos corpos. Parecíamos um casal de namorados apaixonados. Precisávamos daquele contato. Estaríamos iniciando um namoro não fosse o fato de ambos já os termos.

Tiramos a quarta-feira de folga e demos um longo passeio por todos os pontos turísticos do Rio. Mãos dadas, beijos ardentes e abraços apertados culminaram na vontade de um encontro mais íntimo. Mas não queríamos nos apressar.

A quinta-feira foi solitária. Apenas nos correspondemos e conversamos por telefone. Tínhamos muito para por em dia e o inevitável teria de ficar para outro dia. Elegemos que a noite de sexta-feira seria nossa.

A sexta-feira foi o dia mais longo do ano. As horas não passavam. Parecia que os ponteiros do relógio não se moviam.

Encontrei-a em seu trabalho às 18h. Ela, linda com um vestido preto curto, tipo tubo. Suas coxas à mostra atraíram meu olhar. A silhueta de seu corpo levantaria até defunto do túmulo. Admirá-la dos pés a cabeça foi inevitável. Um sorriso branco, de dentes perfeitos, demonstrava o prazer em me ver. Peguei em sua mão e beijei sua testa, demonstrando minha afeição e respeito.

Tatiana guiou-me pela mão até sua sala. Poucas pessoas restavam na empresa e dessas, algumas, já se preparavam para partir. Sexta-feira não é dia de fazer hora extra. Sentei-me em frente a sua mesa e ela em sua cadeira, terminava algum trabalho. Um colega bateu à porta e despediu-se. Notei que só restávamos nós dois ali.

Ela interrompeu o que estava fazendo e veio em minha direção. Sentou-se em meu colo e beijou-me a testa. Meu autocontrole, nesse momento, caiu por terra. Puxei-a pela nuca. Nossas línguas iniciaram uma batalha. Minha mão subiu por sua coxa, barriga e encontrou seu seio.

Ela levantou-se do meu colo e pus-me de pé, também. De frente um para o outro, enlaçamo-nos em novo beijo. Num abraço apertado, minhas mãos percorriam acariciando suas costas. Enquanto a esquerda subia, a direita descia. Apertei, levemente, sua bunda e ela reagiu como se levasse um choque.

Ela se desvencilhou de mim e trancou a porta da sala. Agarrei-a por trás e meu sexo duro, dentro da calça, pressionou suas nádegas. Beijei sua nuca e minhas mãos apalparam seus seios. Ela segurou minhas mãos. Uma delas desceu deslizando por seu corpo e enfiou-se por baixo do vestidinho. Meus dedos sentiram o quanto sua calcinha estava molhada. Suspendi seu vestido até a cintura e virei-a de frente para mim.

Segurei-a pela bunda e levantei-a do chão. Ela envolveu minha cintura com suas pernas. Sentei-a e sua mesa, livrei seus seios do vestido e pus-me e sugá-los. Ela gemeu de desejo. Suas mãos puxaram minha cabeça de encontro a seus seios. Eu lambi, chupei e mordi os mamilos.

Desci meu rosto e senti o calor que emanava de seu sexo. Puxei a minúscula calcinha para o lado e pude admirar aqueles lábios carnudos, completamente úmidos. Levemente, toquei-os com a ponta de minha língua e Tatiana soltou um gemido. Ela deitou-se sobre a mesa e pus-me a sugar sua maravilhosa xoxota.

Lambi e chupei seu clitóris vermelho e entumecido. Minha língua trabalhou com dedicação em sua bocetinha linda; enfiei-a toda e senti que ardia por dentro. Tatiana gemeu alto. Introduzi dois dedos em sua boceta e ela pôs as mãos na boca para não gritar. Subi lambendo sua xota, pélvis, ventre e cheguei a seu umbiguinho, que foi invadido por minha língua.

Senti que seu gozo estava próximo e voltei a abocanhar aquela boceta maravilhosa de poucos e negros, pêlos bem aparados, indicando o caminho do pecado. Os músculos internos da boceta de Tatiana apertavam meus dedos, suas carnes tremiam, sua respiração ofegante. Ela puxou minha cabeça com força contra sua vagina. Seu orgasmo foi maravilhoso e explosivo.

Sentada sobre a mesa, novamente nos beijamos. Ela pôde sentir seu gosto em minha boca. Tatiana afastou-me, levantou-se, abriu meu cinto, desabotoou minha calça e baixou o zíper. Sua mão invadiu minha cueca e sacou meu pau duro e latente.

Ela arriou minha calça e fez-me sentar na cadeira. Ajoelhou-se a minha frente, olhou-me profundamente nos olhos e abocanhou todo meu falo de uma única vez. Entreguei meu ser as delícias que aquela boca poderia me proporcionar. Ela lambeu a cabeça, deslizou sua língua por toda sua extensão, lambeu minhas bolas, chupou a cabecinha e o fez sumir em sua boca. A visão daquela boca deslizando suavemente por meu pau me fez delirar. Fui deliciosamente chupado por aquela boca e, por muito pouco, não gozei.

Ela levantou e tentou sentar-se, de frente, em meu colo. Eu sabia o que ela queria. Peguei minha carteira no bolso de trás da calsa e saquei uma camisinha. Vesti o mais rápido que pude, tremendo. Ela então sentou e meu pau, finalmente, conheceu o calor daquela boceta. Tatiana entregou-me seus seios para serem chupados. Eu senti as contrações de sua xoxota. Minha mão esquerda deslizou por sua coluna, da nuca até seu rego. Meu dedo desceu mais e encontrou seu botãozinho; lubrifiquei-o com seus sucos e encostei a pontinha em seu ânus. Ela deu um salto e meu dedo invadiu seu cuzinho.

Tatiana cavalgava-me e chamava-me de gostoso e garanhão (como as mulheres nos vêem com outros olhos quando têm seus desejos satisfeitos). Eu dizia que ela é que era gostosa e safada. Mordi seu pescoço e fui lambendo-o até alcançar sua orelha. Ela abraçada a mim, movimentava seu quadril para frente e para trás, fazendo meu pau entrar e sair de sua xoxota e roçar em seu grelinho.

Meu dedo em seu cuzinho sentiu as contrações de seu segundo orgasmo. Ele soltou-se em meu colo. Seus sucos escorriam por meu saco e molharam a cadeira.

Recuperada, Tatiana levantou-se e sentou-se em meu colo, de costas para mim. Deitou sua cabeça em meu ombro e, de pernas abertas, teve sua xoxotinha acariciada por mim. Num susto ela fechou as pernas, aprisionando minha mão. O contato de sua bunda com meu pau, alimentava meu desejo de tê-la de todas as formas. Disse em seu ouvido:

- Quero seu cuzinho.

Tatiana estremeceu e respondeu:

- Come.

Respondi que não ali, que aquele não era o local adequado. Queria muito comer sua bundinha, mas não em sua sala.

- Você não gozou, ainda -  disse deslizando de meu colo e olhando-me profundamente. Nada respondi.

Ela então ajoelhou-se entre minhas pernas, arrancou a camisinha, abocanhou meu pau. Tatiana masturbou-me com meu pau em sua boca. Sua língua lambia a cabeça enquanto sua mão subia e descia fazendo pressão. Ela levou-me à loucura e não mais consegui conter meu gozo. Explodi em sua boca. Um gozo demorado. Parecia que minha alma se esvaía por meu pau. Tinha a impressão que não pararia de gozar nunca. Ela continuou com meu pau na boca e bebeu da minha porra. Um pouco escapou e escorreu pelo canto de sua boca.

Olhei em seus olhos e um sorriso brotou em seus lábios, ainda abocanhando meu falo, que já amolecia. Ela soltou meu pau e limpou o canto da boca com a língua. Deu um beijinho na cabeça e subiu para beijar-me. Atracamo-nos. Nossas línguas duelaram em sua boca.

Certamente, o melhor boquete de minha vida.

(continua...)

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