Conheci o casal Oliveira (nome adotado pelo casal no meio liberal) em maio de 2004 numa sala de bate-papos para casais liberais. Conversei com o marido por quase meia-hora. Ele disse que haviam cinco que ele assistia sua mulher transar com outos homens e que adorava vê-la ser possuída de todas as formas pelos amigos-amantes. Explicou que são paulistanos e que a empresa onde trabalhava o havia transferido par ao Rio de Janeiro desde janeiro de 2004 e que, desde então, não realizavam sua fantasia. Conversamos por um bom tempo e me interessei em conhecê-los. Oliveira me passou seu telefone para que eu pudesse conversar com ele.
Na segunda-feira seguinte, telefonei do trabalho para o Oliveira. Ele atendeu e me identifiquei. Conversamos por uns cinco minutos e ele me perguntou se eu estava próximo ao Centro do Rio. Respondi que sim e ele me perguntou se eu gostaria de almoçar com ele. Marcamos numa churrascaria próxima. Ele me disse como o identificar e que me aguardaria na porta.
Encontrei Oliveira me aguardando em pé à porta do restaurante. Ele vestido com terno e gravata, aparentava ter uns 60 anos, em boa forma, aproximadamente 1,80m. Me identifiquei, apertamos as mãos e entramos para almoçar e conversar. Durante a conversa ele evitou tocar no assunto sexo e perguntou banelidades e em que eu trabalhava. Ao final ele não me permitiu dividir a conta, disse que eu era seu convidado e arcou com as despesas. Oliveira entregou o cartão de crédito para pagar a conta e aproveitou para me mostrar uma foto de sua esposa, em sua carteira. A foto que Oliveira me mostrou era de uma loira de olhos verdes aparentando trinta anos. Perguntei quanto tempo tinha essa foto, pois imaginava que sua esposa tivesse a mesma faixa etária dele. Oliveira me respondeu que a foto fora tirada em dezembro de 2003 e que sua mulher era vinte e cinco anos mais nova que ele.
Depois que saímos da churrascaria, caminhamos juntos até o prédio onde ele trabalhava. Então ele perguntou se eu poderia passar em seu escritório após o expediente. Ele iria telefonar a sua esposa e pedia para ela vir ao Centro. Disse que havia simpatizado comigo e queria que ela me visse, pois ela também precisava gostar de mim e no final seria ela quem decidiria. Disse que poderia, mas que não poderia sair com eles nesse dia. Ficou combinado então que ele telefonaria para mim para confirmar. Nos despedimos e voltei pro trabalho.
Por volta das 16h, a telefonista transferiu a ligação de Oliveira para meu ramal. Ele perguntou se estava de pé eu ir a seu escritório depois das 18h. Disse que sim e ele me passou o andar onde da empresa.
Cheguei no prédio às 18h15min, me identifiquei na portaria e subi. A recepcionista da empresa me anunciou e ele veio pessoalmente me buscar. Me acomodei em uma cadeira em frente a sua mesa e ele perguntou se eu gostaria de beber uma água ou café. Agradeci e declinei. Oliveira então pegou o telefone e discou para o celular de sua esposa, para saber se já estava a caminho. Quando desligou disse que ela já estava entrando no prédio e que logo eu a conheceria.
Pouco depois, Marcia (nome verdadeiro) entrou na sala do marido e ele a beijou nos lábios. Ela sentou-se a meu lado e apertou minha mão. Oliveira então fechou a porta da sala e retornou a sua cadeira.
Marcia então me perguntou quantos anos eu tinha, se era casado ou solteiro, se eu já havia saído com um casal e outras coisas. Fui respondendo com sinceridade. Oliveira se limitou a observar o inquérito e a balançar a cabeça a cada resposta minha.
Quando finalmente ela parou de fazer perguntas, virou para o marido e perguntou ao marido o que ele achava. Oliveira respondeu que me achou sincero e que a apoiaria em sua decisão. Então ele completou dizendo que o único problema é que eu tinha compromisso e que eu não os poderia acompanhar naquele dia. Ela olhou pra mim com surpresa e decepção e me perguntou o porquê. Exploquei que eu tinha um compromisso que já estava marcado havia alguns dias, mas que se ela quisesse, poderíamos no dia seguinte. Ela então então soltou um "tudo bem", mas disse que só faltava um detalhe pra se decidir. O marido então perguntou o que faltava e ela virou pra mim e perguntou:
- Posso ver?
- Ver? - Perguntei, já imaginando a resposta.
- Sim. Você sabe.
- Onde? Aqui?
- Sim.
Oliveira então levantou da cadeira e disse:
- Só um instante. Eu preciso trancar a porta, antes. Mas tem que ser rápido, não podemos ficar com a porta trancada muito tempo.
Então ele trancou a porta e ficou em pé, de costas para ela.
- Vai, fofinho. Tira ele. Deixa eu ver se você é tão gostoso aí em baixo quanto é simpático.
Levantei da cadeira, soltei o sinto, abri o zipper e puxei o pau pra fora. Estava excitado com aquilo e meu pau saltou duro.
Marcia olhou por um tempo, puxou a cadeira dela mais pra perto e olhando pra mim perguntou:
- Posso tocar?
- Se Oliveira não se importar. - Respondi.
- Vai em frente. - Ele disse. - Mas seja rápida. Não podemos demorar.
Marcia então segurou meu pau. Depois o acaricou. Chegou mais pra frente e o colocou na boca. Ela deu uma chupada rápida que me levou à loucura. Depois deu um beijo na cabeça e disse para meu pau:
- Gostei de você viu. Quero você todinho pra mim amanhã.
Em seguida ela soltou meu pau e Oliveira pediu pra eu me arrumar. Tentei ser o mais rápido que pude, mas a ereção atrapalhou um pouco. Ela então levantou, beijou meu rosto e sussurrou no meu ouvido:
- Quero foder gostoso com você amanhã e deixar meu maridinho cheio de tesão.
Oliveira abriu a porta e ela pegou no braço dele. Saí na frente dos dois e dei passagem para seguí-los pelo corredor da empresa. Meu pau não baixou com a visão daquela bunda rebolativa desfilando a minha frente.
Dei a sorte de ficar sozinho no elevador com os dois. Ela então me abraçou, depois girou e ficou de costas pra mim. Rebolou esfregando a bunda no meu pau e quando o elevador estava quase no térreo, pôs a mão pra trás e apertou meu pau por cima da calça.
- Amanhã você não me escapa, viu? - Disse pra mim, piscando o olho.
Em seguida beijou o marido e saiu pela porta do elevador que acabara de abrir. Oliveira saiu atrás. Na rua ele apertou minha mão e disse que me telefonaria para marcar os detalhes. Ela me beijou no rosto como fazem os amigos ao despedirem e os dois partiram em direção à estação do Metrô.
No dia seguinte, aguardei ansioso o telefonema de Oliveira. Por volta das 17h ele ainda não havia ligado e eu já estava desanimando, quando o telefone tocou e eu atendi. A telefonista anunciou o sr. Oliveira. Ele então disse:
- Me encontra na porta do prédio às 18h20min.
- Combinado. - Respondi.
- Ok. Não atrase. - E desligou.
Cheguei no ponto de encontro às 18h10min. Cinco minutos depois ele apareceu. Apertamos as mãos e ele me indicou o caminho:
- Vamos?
- Cadê Marcia? - Perguntei enquanto caminhávamos em direção ao Metrô.
- Está em casa se preparando pra você.
- Pensei que iríamos a um motel.
- Não gostamos de motéis. Não queremos correr o risco de verem que estamos entrando com um homem no banco de trás e acho que você não gostaria de ir no porta-malas.
- Realmente não gostaria de ir no porta-malas.
- E eu não posso correr o risco de ver que estou entrando com minha mulher e outro homem num motel. Somos muito discretos com relação a isso. É algum problema pra você se for em nosso apartamento?
- De forma nenhuma, mas a maioria dos casais prefere ser em motel ou clubes.
- Entendo, mas não é o nosso caso. Também esperamos que ela goste de você e que você se torne um amigo fixo nosso.
Pegamos o Metrô até a praça Sans Peña e caminhamos até o prédio onde eles moravam. Durante todo o caminho, Oliveira explicou sobre seu trabalho - que não vou citar para não comprometer sua identidade - e se mostrou um cara simples, a pesar de ter um cargo importante numa multinacional. Entramos no elevador e subimos até o sexto andar. Oliveira abriu a porta pra mim, entrou e me convidou a entrar.
Pediu para eu ficar a vontade e perguntou se eu aceitava uma bebida. Declinei e disse que não queria ingerir álcool. Sentei no sofá enquanto ele preparou um uisque com gele para si. Ele então sentou no outro sofá e comentou:
- Ela não demora, se é isso que você está imaginando. - Deu uma golada e completou: - Já esteve no apartamente de algum casal?
- Nunca. - Respondi. - Só em motéis.
Marcia entrou na sala vestindo apenas uma lingerie vermelha e sapatos de salto alto também vermelhos. Quando inclinou para beijar os lábios do marido, pude ver as pernas bem torneadas e a bunda perfeita. Meu pau endureceu na hora.
- Como foi o trabalho, querido?
- Foi bem. Como foi o seu dia?
- Malhei um pouco, mas fiz uma série mais leve pra não me cansar muito. Queria estar bem disposta pro Rick.
Então ela veio até mim, inclinou-se sobre meus joelhos e beijou meus lábios.
- Como foi seu dia, meu gato?
- Demorado. A expectativa em vir ver você fez com que cada minuto parecesse uma hora.
Ela riu e disse:
- O meu também foi assim. Então vamos acabar de uma vez com essa espectativa. Quer tomar um banho relaxante antes de nos divertirmos?
- Adoraria.
Ela pegou minha mão e me guiou até o banhieiro.
- Deixei uma toalha pra você em cima da pia. Nosso quarto é esse aqui ao lado. Quando terminar, venha direto pra cá. Vamos estar esperando por você. Não se demore. - Beijou meus lábios e voltou pra sala.
Fechei a porta do banheiro, tirei toda a roupa e entrei no chuveiro. Meu tesão era tanto que sabia que gozaria em menos de cinco minutos nas mãos (ou na buceta e boca, melhor dizendo) daquela mulher. Segurei o pau com firmeza e bastaram 20 segundos pra despejar uma carga de esperma. Tomei um banho rápido e fui para o quarto indicado, com a toalha enrolada na cintura.
Quando entrei, percebi um ambiente todo preparado par ao sexo. A cama era grande, com espelhos à cabeceira e teto. A iluminação de abajures fazia uma penumbra que permitia enxergar perfeitamente e fazia um clima sensual. As cortinas vemelhas fechadas. O ar condicionado na temperatura ideal. Um som suave saía de caixas de som imbutidas. A cabeceira da cama continha uma caixa com preservativos.
Oliveira estava sentado num sofá de um lugar, estrategicamente posicionado de frente pra cama, completamente nu. Marcia ajoelhada a sua frente, chupando-lhe o pau. Fechei a porta ao passar.
- Nosso amigo chegou. Vai lá e fode gostoso com ele pra eu ver.
Marcia tirou a boca do pau do marido, levantou-se e veio em minha direção. Então ela chegou bem perto de mim, abriu a toalha e a jogou ao chão. Meu pau latejava. Como uma puta ela ajoelhou e começou a chupar meu pau. Olhei pra Oliveira e o vi acariciando o próprio pau. Notei que seu pênis não era grande. Ele o segurava firme com a mão direita e somente a cabeça ficava de fora. Olhei pra baixo e admirei a piranha mamando meu pau.
- Tá gostoso, meu amigo? Essa puta tá chupando gostoso? - Perguntou o marido.
- Tá deliciso. A sua putinha sabe chupar bem gostoso.
- Então dá essa piroca dura pra minha vadia mamar. Adoro ver essa piranha chupar uma pica.
Tava declarado o clima de sacanagem entre nós. Agora sabia que ele adorava ver a mulher ser tratada como uma piranha e ela adorava ser a puta que satisfazia os amigos do marido.
Marcia chupou meu pau e lambeu as bolas por um bom tempo.
- Mete nessa puta, Rick. Mete na boceta dessa piranha pra eu ver.
Puxei a safada pra cama e a coloquei deitada de costas com as pernas erquidas. Ajoelhei ao lado da cama, puxei a calcinha pro lado e lambi o grelo. Ela gritou:
- CHUPA MINHA BOCETA, FILHO DA PUTA.
Meti minha língua na xota da vadia, depois desci e lambi o cu da piranha. Ela gemia e gritava. Enfiei dois dedos na xoxota dela e senti quando ela gozou. Ela arfava:
- Caralho! Como é bom! Estava com saudade disso, meu corninho. Que bom que você achou um amiguinho novo pra mim.
Levantei, peguei um preservativo, abri e vesti meu pau. A cachorra ficou se masturbando enquanto eu me preparava pra meter em sua xoxota. Mandei ela ficar de quatro. A puta girou na cama e ergueu a bunda, mantendo o rosto colado ao colhão. Enecaixei por trás e afundei meu pau em sua xoxota de uma vez. Marcia mordeu o edredon que forrava a cama e urrou. Senti que ela esfregava o grelo enquanto eu metia em sua vagina. Olhei pro lado e vi Oliveira masturbando-se freneticamente.
Segurei a puta pela bunda e comecei a fazer um vai e vem frenético. Metia com vontade naquela xoxota. Foi bom eu ter me masturbado no banho, ou já teria gozado.
Oliveira mandava de seu lugar:
- Mete nessa puta... Fode essa cachorra... Come a bocate dessa piranha...
Eu metia com vontade. Marcia gozou duas vezes antes de fugir de mim e cair de bruços na cama. Dei um tapa em sua bunda.
- Foge não piranha. Ainda não acabei. - Mandei.
- Caralho! Você não goza? - Reclamou.
- A piranha tá fugindo de você, Rick? Mostra pra essa puta como é que se fode.
- Puta que pariu. Já tinha esquecido como é ser fodida de verdade. Minha boceta tá pegando fogo.
- Tá com a bocate ardendo, piranha? Então, Rick, mete no cu dessa puta.
- Ai! Quer que o Rick meta no meu rabo, meu corninho?
- Quero. Dá o cu pra ele, minha esposinha safada.
- Hum! Então vem, Rick. Mete no meu cuzinho, mas mete com carinho.
- Fica de quatro. Vou trocar a camisinha e meter nesse seu rabo lindo, piranha.
- Isso. Troca pra comer meu rabinho.
Enquanto eu trocava a camisinha ela pediu ao marido:
- Amor, lubrifica meu cuzinho pro Rick comer.
Imediatamente o marido parou de se masturbar e levantou. Abriu a gaveta da cômoda e pegou um tupo de lubrificante. Ele chegou perto e perguntou:
- Posso chupar seu cuzinho antes de passar o gel, amor?
Marcia virou o rosto pra mim e perguntou:
- Meu corninho pode chupar meu cuzinho, Rick?
- Pode sim. Vai, chupa o cu dessa puta. Prepara esse rabo pra mim.
Oliveira enfiou a cara no meio do rabo da esposa e se deliciou. Ele lambia o cu da esposa e se masturbava. Antes de colocar a camisinha nova, contornei a cama e enfiei meu pau na boca de Marcia. Vi que Oliveira estava quase gozando e perguntei se ele já tinha terminado que eu queria enrabar a vadia.
- Claro, claro, vem, mete no cu da minha esposinha vadia. - Disse esfregando gel no rabo da esposa e se afastando.
Marcia ficou completamente imóvel enquanto eu penetrava seu rabo. Meu pau foi entrando naquele cu guloso. Em pouco tempo meu pau entrou todo e eu fiquei imóvel.
- Entrou tudo. Quer ver, Oliveira?
- Quero.
- Vem, olha.
Ele levantou e se aproximou, segurando o pau.
- Tá gostoso, amor. O pau dele no seu cuzinho.
- Hum hum! - Respondeu afirmativo mordendo o travesseiro.
- Vai, mete pra eu ver, mete. - Pediu, se masturbando ainda mais rápido.
Comecei a fazer o vai e vem no rabo de Marcia. Oliveira suava e arfava vendo meu pau aparecer e sumir em seguida. Eu segurava a bunda de Marcia bem aberta pra ele poder ver cada detalhe. Aos poucos fui acelerando. Marcia gemia. Oliveira gozou, urrando e melando as costas da esposa. Continuei metendo no cu de Marcia. Ela gemia, mordendo o travesseiro. Oliveira sentou na cama e ficou olhando eu meter no rabo de sua esposa enquanto seu pau ia murchando. Ele acariciava as costas da esposa e espalhava a própia porra, enquanto eu metia.
- Isso, Rick. Come gostoso o cu da minha esposa... Que enrabada gostosa! Tira o pau. Deixa eu ver o cu dela aberto.
Tirei meu pau e deixei ele ver o cu da esposa todo arreganhado.
- Vai mete. - Pediu.
Meti novamente e continuei fodendo o cu de Marcia até gozar.
Quando tirei meu pau de seu cu, Marcia tombou de costas na cama e Oliveira enfiou a boca em sua boceta. Vi que ele chupava a boceta da esposa enquanto enfiava dois dedos em no ânus. Fiquei observando até Marcia gozar e pedir pra ele parar. Oliveira então debruçou-se sobre a esposa e a beijou na boca.
Marcia levantou da cama, pegou minha mão e me guiou até o banheiro. Tomamos um banho juntos, tendo Oliveira como expectador.
Depois do banho, ela vestiu um robe e fomos pra sala. Oliveira preparou um drink para si (novamente recusei a bebida), enquanto Marcia sentou-se no sofá e pediu para eu lhe fazer companhia. Ele entregou o copo a ela e sentou-se no outro sofá a nossa frente. Marcia poucou a mão entre minhas pernas e ficou fazendo carinho em meu pau amolecido. Enquanto ele bebia seu uisque, conversamos e ela perguntou se eu estava disposto a voltar ao apartamento deles para transar mais vezes com ela, sempre tendo o marido como expectador. Respondi que sim, desde que combinássemos com antecedência.
Quando saí do apartamendo dos Oliveira, já eram 21h e eu estava faminto. Comi um sanduiche numa lanchonete e fui para casa, saciado.
Continua em Casal Oliveira - Um lanche antes do almoço
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